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terça-feira, 19 de abril de 2016

Delegação da Universidade de Münster visita o ICMC em busca de parcerias

Entre os temas debatidos durante a visita da delegação alemã estavam as possibilidades de intercâmbio

Buscando estreitar relações, promover parcerias e possibilidades de intercâmbio, três professores da Universidade de Münster visitaram o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Os alemães conheceram a estrutura do ICMC, as áreas de pesquisa e apresentaram propostas de trabalhos em conjunto.

Os visitantes foram recebidos por Maria Cristina de Oliveira, vice-diretora do ICMC, José Carlos Maldonado, presidente da Comissão de Relações Internacionais do Instituto (CRInt), e pelas professoras Simone de Souza e Ellen Barbosa. A recepção, que aconteceu nos dias 6 e 7 de abril, foi realizada na Sala da Congregação do ICMC e começou com um vídeo institucional que mostrou a infraestrutura oferecida pela instituição, os campos de pesquisa e o reconhecimento internacional dos trabalhos produzidos.

Depois, foi a vez de Maldonado mostrar, por meio do mapa desenvolvido pela CRInt, alguns dados sobre a mobilidade de alunos e professores do ICMC, além dos acordos internacionais estabelecidos. “Nossos professores participam de várias redes de pesquisa e o Instituto sempre estimula os estudantes a irem para o exterior”, afirma o presidente da CRInt.

Representando a Universidade alemã, Bernd Hellingrath, Armin Stein e Katrin Bergener apresentaram dados sobre a instituição europeia e sua cidade sede, além dos objetivos buscados com o encontro. Segundo os alemães, a USP é a universidade brasileira com a qual eles possuem maior colaboração, completando esse ano 10 anos de parceria. Além das reuniões proporcionadas pela visita, os professores alemães também tiveram a oportunidade de conhecer o Museu da Computação Odelar Leite Linhares e a Biblioteca Achille Bassi.

A professora Ellen destacou a relevância da visita da delegação. “O estabelecimento de uma parceria com a Universidade de Münster é importante tanto no contexto da graduação quanto no da pós-graduação, em virtude da possibilidade de intercâmbio. Além disso, há o interesse em discutir e implementar convênios de duplo diploma ou dupla titulação”, finaliza a docente. 

Texto e foto: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação do ICMC

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ICMC lança Programa de Atração de Jovens Talentos para pós-doutorandos da América Latina

Objetivo do Programa é viabilizar pré-seleção e indicar os candidatos que poderão receber bolsas das agências financiadoras


Mapa mostra origem dos pós-doutorandos do ICMC 

Os pesquisadores da América Latina, residentes no exterior, que desejarem realizar pós-doutorado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, podem se inscrever no Programa de Atração de Jovens Talentos (PAJT) até 31 de janeiro de 2016. O objetivo do Programa é viabilizar a pré-seleção e indicar os candidatos que poderão receber bolsas das agências financiadoras durante o período de pesquisa. A iniciativa é promovida pela Comissão de Relações Internacionais (CRInt) e pela Comissão de Pesquisa (CPq) do Instituto. 

O presidente da CRInt, José Carlos Maldonado, explica o que motivou a criação do Programa: “Os pós-doutorandos contribuem fortemente para alavancar os resultados científicos e tecnológicos das comunidades em que atuam. Estruturar uma ação a partir de motivações e mecanismos existentes dá mais visibilidade às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação realizadas no ICMC, na região de São Carlos e no Estado de São Paulo”. Segundo Maldonado, a consolidação das redes de cooperação na América Latina fortalece as comunidades locais e regionais, promovendo uma maior competitividade global. 

De acordo com o presidente da CPq, Francisco Rodrigues, muitos estrangeiros acreditam que a USP possui apenas um campus na cidade de São Paulo, o que leva muitos deles a não escolherem o Brasil, devido às dificuldades relacionadas a morar em uma metrópole. “As oportunidades de bolsa de pós-doutorado oferecidas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), principalmente para estrangeiros, são desconhecidas em grande parte da América Latina, onde existem vários pesquisadores talentosos. Esperamos que essa iniciativa os atraia para o nosso Instituto, pois temos muito potencial para recebê-los”. 

Considerando-se os últimos cinco anos, 189 pesquisadores optaram por fazer pós-doutorado no Instituto, sendo 39 deles estrangeiros. Entre esses, 24 realizam atualmente suas pesquisas no ICMC, além de 48 pós-doutorandos brasileiros. A mexicana Haydée Cabrera é uma das pesquisadoras que está contribuindo com os avanços científicos do Instituto. Ela chegou a São Carlos em 2013 para atuar na área de Topologia de Singularidades e escolheu a cidade pela existência de um grupo de pesquisadores reconhecido internacionalmente. 

Como participar – O Programa foi divulgado durante o 41º Congresso Latino-americano em Informática (CLEI), realizado entre os dias 19 e 23 de outubro em Arequipa, no Peru. “No evento, realizei uma apresentação durante uma sessão destinada a mostrar as oportunidades de intercâmbio na América Latina”, contou o professor Adenilso Simão, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências de Computação e Matemática Computacional do ICMC. “Foi a primeira vez que houve uma sessão desse tipo no CLEI e a iniciativa do Instituto despertou bastante interesse na audiência”, completou Simão. 

A seleção dos candidatos ao Programa será realizada em duas fases. Na primeira, é preciso enviar o curriculum vitae atualizado até o dia 31 de janeiro de 2016, através do e-mail crint@icmc.usp.br, com o assunto “Inscrição PAJT-ICMC”. Os resultados dessa fase serão divulgados até 28 de fevereiro. Os aprovados deverão escrever um projeto de pesquisa junto com o supervisor do trabalho, que será indicado pela CPq, para a realização do doutorado em um dos grupos de pesquisa do Instituto. 

Na segunda fase, os interessados e supervisores deverão submeter seus projetos, de acordo com os prazos dos editais das agências financiadoras, tais como a FAPESP, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O trâmite das propostas nas agências leva em média entre 90 e 120 dias. Para mais informações sobre o processo seletivo, acesse o edital completo. 


Texto: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

Mais Informações
Edital do Programa: icmc.usp.br/e/eb174

Comissão de Relações Internacionais do ICMC: (16) 3373.8120
E-mail: crint@icmc.usp.br

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ICMC no mundo: a história de estrangeiros que encontraram na USP mais do que um ambiente científico acolhedor

Pós-doutorandos vindos de diferentes partes do mundo contam por que escolheram estudar em São Carlos e revelam o que descobriram durante a jornada

Depois de um ano no ICMC, o paquistanês Noor decidiu que ficará no Brasil (foto: Denise Casatti) 


Em sua busca pela liberdade e pela ciência, ele encontrou o Brasil. “Sem liberdade, não é possível ser criativo nem pesquisar”, declara o paquistanês Sahibzada Waleed Noor. Na jornada, já correu o mundo: fez pós-doutorado na França e na Itália. Mas depois de um ano de pós-doutorado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, encontrou o que tanto buscava: um ambiente propício para fazer ciência e construir novas amizades em meio à natureza. Hoje, não restam dúvidas: é no Brasil que Noor quer ficar.

Ele é um dos 19 pós-doutorandos estrangeiros que estão no ICMC atualmente e escolheram estudar no Instituto atraídos por um ambiente científico acolhedor. A maioria deles encontrou, no meio da trajetória, muito mais do que esperavam. Não é à toa que o número de pós-doutorandos estrangeiros no ICMC aumentou 171% entre 2010 e 2015. 

“Receber um pós-doutorando é um sinal do reconhecimento e da visibilidade das pesquisas e resultados que nós apresentamos”, explica o presidente da Comissão de Relações Internacionais (CRInt) do Instituto, José Carlos Maldonado. O objetivo para o futuro, segundo Maldonado, é que o Instituto atraía um número ainda maior de pós-doutorandos. “O ICMC está formando 50 doutores por ano em suas diversas áreas, então, esperamos alcançar aproximadamente esse número de pós-doutorandos a cada ano”, diz Maldonado.

A seguir, você vai conhecer a história da mexicana Haydée Cabrera, do alemão Werner Leyh e entenderá por que a liberdade é um conceito tão importante para Noor.

Da ciência ao altar Haydée Cabrera, nascida em Xalapa, no México, chegou ao ICMC em 2013 para atuar na área de Topologia de Sigularidades. Quando desembarcou no Brasil não imaginava que, além de fazer o que ama, iria encontrar alguém para amar. Há pouco tempo no país, a pesquisadora, que é graduada em matemática, se entrosou rapidamente com seu grupo de pesquisadores e foi quando Fabio Ruffino entrou em sua vida. O italiano havia acabado de terminar seu pós-doutorado no ICMC, mas a relação com os ex-companheiros de pesquisa permaneceu. 

O tempo foi passando, os dois se aproximaram, até que algo que nem a ciência consegue explicar aconteceu. Hoje eles estão noivos: “Eu nunca imaginei que meu futuro marido seria do outro lado do mundo e eu o encontraria aqui”, diz a mexicana. O casamento está marcado para o próximo mês de julho, na Itália, mas o casal pretende morar em São Carlos, pois hoje Fabio é professor da UFSCar.

Haydée escolheu o ICMC pela existência de um grupo de pesquisadores que atua no seu campo. Ela afirma que a área de matemática do Instituto é bastante conhecida no meio acadêmico mexicano. Sobre São Carlos, a pesquisadora parece já estar habituada ao município. “As pessoas são muito prestativas, simpáticas, gosto muito daqui, saímos bastante pela cidade”, finaliza.

Pós-doutorado e paixão: a mexicana Haydée conheceu o italiano Fabio no ICMC (foto: Paulo Arias)

A busca pela liberdadeNoor conta que a falta de liberdade foi um dos motivos que o levaram a deixar o Paquistão em busca de oportunidades em outros países. Ele explica que o país é dividido em quatro províncias e que, em cada uma, há o predomínio de uma etnia e de uma língua, além da língua nacional (urdu). Noor nasceu em Peshawar, capital da província Khyber Pakhtunkhwa, localizada no norte do país. “Eu amo o Brasil e a liberdade que existe aqui. No Paquistão, além da falta de liberdade religiosa, há a instabilidade política e social”, explica o pós-doutorando.

“Eu sempre fui fascinado pelo Brasil, desde que era criança. Adoro a geografia, a história, as belezas naturais, mas não ouvia falar muito sobre a capacidade do país no campo científico”, revela o pesquisador. Depois de completar sua graduação em matemática no COMSATS Institute of Information Technology, em Islamabade, a capital do Paquistão, Noor foi fazer doutorado em matemática em Lahore na Abdus Salam School of Mathematical Sciences. Foi lá que conheceu o francês Renaud Leplaideur, da Universidade de Brest, na França, que já mantinha uma parceria científica com o professor Ali Tahzibi, do ICMC. 

Além disso, durante os dois pós-doutorados que fez na Europa, Noor ouviu diferentes pesquisadores falando muito bem sobre a área de pesquisa em matemática no Brasil e a relevância da USP nesse contexto. O paquistanês pesquisa a interação entre análise complexa, teoria dos operadores e análise funcional. 

“Em toda a minha vida, eu nunca tinha feito tantos amigos quanto aqui no Brasil”, conta o pós-doutorando, que relata animado o quanto adora curtir a noite são-carlense em bares, casas noturnas e restaurantes da cidade. “Sou um fã das iguarias brasileiras. Tal como no Paquistão, os brasileiros adoram comidas oleosas, carnes e doces”, finaliza.

O alemão Werner está há um mês no Instituto (foto: Henrique Fontes)

Primeiras impressõesWerner Leyh, alemão da cidade de Tübingen, está apenas há um mês no ICMC como pós-doutorando na área de geoinformática aplicada à prevenção de desastres naturais, com foco em enchentes. Apesar do pouco tempo em São Carlos, a capital da tecnologia parece já ter convencido o pesquisador de que fez a escolha certa: “Eu adoro esse ambiente universitário e acadêmico que a cidade possui”.

No Brasil há mais de dez anos, Leyh é formado em automatização industrial, com mestrado e doutorado em robótica na Alemanha. Foi convidado a trabalhar no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, em São Paulo. Mais tarde, passou pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, e pela Universidade Federal de Viçosa. 

Foi durante o trabalho na capital nacional que teve início sua relação com a Universidade de Heidelberg a partir de uma conferência que organizou, em que estava presente um consórcio, chamado Open Geospatial Consortium, composto por empresas, agências governamentais e universidades, que busca tornar a informação e os serviços espaciais úteis e acessíveis. A OGC sugeriu que o pesquisador estabelecesse uma parceira com a universidade alemã para atuarem na área de prevenção de catástrofes naturais.

Posteriormente, já trabalhando em São Paulo, Leyh conheceu o professor João Porto de Albuquerque, do ICMC, e hoje trabalham juntos no projeto ÁGORA. Coordenado por Albuquerque, o projeto busca desenvolver sistemas de informação colaborativos aplicados em desastres. “Escolhi o ICMC por causa desse trabalho na área de geoinformática e os estudos estão indo muito bem”, finaliza o alemão. 

Leyh não tem certeza de quanto tempo permanecerá no ICMC nem no Brasil. Mas talvez, ao longo de sua jornada no Instituto, também faça mais descobertas do que imaginava.

Mapa mostra a origem dos pós-doutorandos que estão atualmente no ICMC

Texto: Denise Casatti e Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do ICMC

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Veja o mapa que mostra o panorama da internacionalização no Instituto: icmc.usp.br/e/93aff
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Delegação da Universidade de York visita USP em São Carlos

Reuniões com representantes de unidades do campus aconteceram no ICMC

Participantes formaram três grupos de trabalho para aprofundar as discussões
Fortalecer os vínculos, identificar novas oportunidades de colaboração científica e de intercâmbio de pesquisadores, alunos e servidores técnico-administrativos. Esses foram os principais objetivos da visita realizada por uma delegação da Universidade de York, no Reino Unido, ao campus da USP em São Carlos no último dia 26 de março. 

O evento de abertura da visita aconteceu na Sala da Congregação do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, onde a delegação foi recebida pelo diretor do Instituto, Alexandre Nolasco de Carvalho, pelo presidente da Comissão de Relações Internacionais do ICMC (CRInt), José Carlos Maldonado, pelo representante da Universidade Federal do Amazonas, Raimundo Barreto, e por representantes de outras unidades de ensino e pesquisa do campus: Instituto de Física de São Carlos, Instituto de Química de São Carlos e Instituto de Arquitetura e Urbanismo.

“A proposta da USP é estabelecer redes de colaborações com instituições de excelência, tal como a Universidade de York, para que possam ser exploradas diversas perspectivas de desenvolvimento científico e tecnológico. Dessa forma, viabilizaremos o intercâmbio tanto de alunos, como do corpo docente e administrativo da Universidade”, ressaltou Maldonado.

Mesa de abertura do evento
Logo após a abertura, foram formados três grupos de trabalho para aprofundar as discussões nas seguintes temáticas: suporte administrativo; ciência de computação; biologia, física e química. “As pessoas estão entusiasmadas com a possibilidade da USP enviar servidores técnico-administrativos para realizar cursos de curta duração em York. No nosso grupo de estudos, ficou estabelecido que, em breve, enviaremos uma proposta, já com uma ideia dos custos desses cursos, para darmos prosseguimento às nossas discussões”, afirmou o gerente de programas acadêmicos da Universidade de York, Matt Smelt-Webb.

“Discutimos várias possibilidades de colaboração na área de ciência de computação e aprendizado de máquina, por exemplo, e também debatemos a questão delicada dos mecanismos de financiamento”, ressaltou o chefe do departamento de Ciências de Computação da Universidade de York, Jim Woodcock. Já o professor Ian Graham, chefe do departamento de Biologia da Universidade, ressaltou as oportunidades de estabelecer parcerias científicas na área de biocombustíveis de segunda geração e doenças infectocontagiosas. 

Também participou da reunião Silvio Crestana, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e ex-presidente da Instituição. Ele ressaltou a relevância do agronegócio na economia brasileira, explicando que a Embrapa é responsável por conectar a academia às indústrias. “Nosso impacto não se restringe à ciência, mas alcança também a produção, o meio ambiente, o campo social”, afirmou. 

Após ouvir Crestana, Graham identificou diversas oportunidades de parceria com instituições inglesas que atuam em prol da agricultura sustentável. “Foram reuniões muito produtivas e, com certeza, vamos estreitar nosso relacionamento”, finalizou Maldonado.

Texto: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação do ICMC
Com o apoio de Henrique Fontes e da Assessoria de Comunicação do Instituto de Física de São Carlos

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quarta-feira, 4 de março de 2015

ICMC recepciona alunos estrangeiros de intercâmbio

Alunos do México, Peru, Alemanha e Egito receberam as boas-vindas no Instituto, onde ficarão de seis meses a um ano e cursarão disciplinas de diversos cursos


Alunos, professores e funcionários do ICMC durante a recepção que aconteceu no auditório Luiz Antonio Favaro
Uma cultura totalmente diferente. Mas se depender dos ingressantes de intercâmbio do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, os novos costumes servirão de motivação durante os próximos meses de estudo. “Eu acho que é uma oportunidade enorme para aprender a cultura brasileira e o idioma. É uma escola muito boa. Vou aproveitar todas as oportunidades que surgirem para mim”, disse o estudante Sánchez Dorian, que veio do Instituto Politécnico Nacional, do México, por meio de convênio com a USP e ficará por seis meses no Brasil.

Os recém-chegados foram recepcionados na última sexta-feira, 27 de fevereiro, por professores do ICMC, que apresentaram a estrutura do Instituto e tiveram o primeiro contato com os estudantes. Entre os presentes, estiveram o presidente da Comissão de Relações Internacionais (CRInt), José Carlos Maldonado, o vice-presidente da Comissão, Seiji Isotani, e os professores Fernando Osório e João Batista Neto.

A importância da migração para outro país, a fim de estudar, foi ressaltada pelo presidente da CRint: "A mobilidade nacional e internacional propicia uma ampliação da cosmovisão. Essa interação é importante para a formação técnica, pois o aluno consegue entender outras necessidades, outros contextos. A interação de pessoas e culturas forma um cenário fantástico para que esse avanço aconteça de maneira mais efetiva e produtiva”.

Maldonado disse ainda que os alunos levarão com eles uma ampla bagagem educacional e uma vasta experiência. “O ICMC garante um cenário de aprendizado muito positivo, até mesmo pelo local onde está situado, em São Carlos, a cidade com maior concentração de doutores por habitante no país. O campus daqui é muito produtivo, um centro de excelência. Os alunos certamente vão saber aproveitar”, completou o presidente da CRInt.

O professor João Batista Neto também incentivou os estudantes e garantiu que, durante o período de estudos, eles terão uma boa estada na cidade: “É uma honra recebê-los aqui. Espero que, durante o tempo em que estiverem no município, aproveitem bastante, aprendam a nova língua e estudem muito. São Carlos é um bom lugar para se viver, vocês estão em boas mãos”.

O estudante Benedikt Kottler, que veio do Instituto de Tecnologia Karlsruher, da Alemanha, já sentiu que será bem acolhido. “Está sendo incrível a forma como estão me recebendo aqui, eu quero conhecer muita gente legal, aprender mais sobre a cultura e a falar português, claro", finalizou o aluno que, por meio de convênio com a USP, ficará seis meses no ICMC.

Alexis, Carlos Eduardo e Sánchez (da esquerda para a direita):
felizes e motivados com a nova oportunidade
A recepção também teve espaço para a emoção. O estudante Alexis Lescano, que veio da Universidade Nacional de Trujillo, do Peru, reconheceu a qualidade da USP e se sentiu honrado em poder estudar na Universidade: “Estou muito emocionado com a oportunidade de estudar na USP, que é uma das melhores universidades no campo de Ciências da Computação. Estou muito feliz e espero aprender muito, não só com as aulas, mas também com a cultura e os lugares que vou conhecer”, afirmou o aluno que, por meio de convênio com o ICMC, ficará por um ano no Instituto.

Também estiveram na recepção Hakan Demirel, que veio do Instituto de Tecnologia Karlsruher, da Alemanha e ficará por seis meses estudando na USP; Bassam Hanna, da Universidade Britânica no Egito, do Egito, que estará por um ano no ICMC; e Carlos Eduardo Prado, da Universidade Nacional de Trujillo, do Peru, que também estudará por um ano no Instituto. 

Durante o evento, os alunos Mateus Rodrigues, do ICMC, e Marcos Rogério, da Escola de Engenharia de São Carlos, apresentaram o programa de voluntariado USP I-Friends. Eles explicaram que o objetivo da iniciativa é integrar os estudantes estrangeiros à comunidade universitária do campus da USP em São Carlos. A atividade contou com o apoio e participação da funcionária Luana Rufino e do estagiário Lucas Matsukura, ambos da CRInt.

Texto e fotos: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

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E-mail: crint@icmc.usp.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Estudantes da Alemanha e do México recebem boas-vindas no ICMC

Com bolsas de intercâmbio, eles permanecerão no Instituto durante um ano para cursar diversas disciplinas


Da esquerda para a direita (sentados): Alexander, Oscar, Gerardo e Manuela.
Em pé estão Nolasco de Carvalho, Renata, Luana e Maldonado.
“Em primeiro lugar, espero aprender a falar português. Também quero fazer novos amigos e aumentar minhas habilidades técnicas na área de computação”. Foi assim que o estudante Gerardo Juárez, do Instituto Politécnico Nacional, do México, resumiu suas expectativas em relação ao próximo ano, período no qual estudará no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

Ele é um dos quatro alunos de graduação estrangeiros que receberam as boas-vindas no ICMC na última segunda-feira, 4 de agosto. Do México, vem também o estudante Oscar Chavez, da Universidade Autônoma de Chihuahua. E da Alemanha chegaram Alexander Foz e Manuela Cordes, todos da Leuphana Universität Lüneburg. “Quero muito conhecer uma nova cultura e aprender um outro idioma”, explicou Manuela. Nesta quinta-feira, 7 de agosto, foi a vez de Fridolin Dudda, também da  Leuphana Universität Lüneburg, desembarcar no ICMC.

Fridolin chegou ao ICMC nesta quinta: é a primeira vez que ele conhece um país fora da Europa
No evento de boas-vindas, os alunos foram recepcionados pelo diretor do ICMC, Alexandre Nolasco de Carvalho; pelo presidente da Comissão de Relações Internacionais do Instituto, José Carlos Maldonado; pela presidente da Comissão de Graduação do Instituto, Renata Fortes; e pelo professor Adenilso Simão, coordenador do Programa Unibral no ICMC, uma cooperação entre Brasil e Alemanha que promove o intercâmbio entre estudantes dos dois países.

“Espero que vocês tenham uma ótima estada aqui”, ressaltou Nolasco de Carvalho. “Estaremos sempre disponíveis para ajudá-los no que for necessário. Se houver qualquer dúvida ou necessidade, não hesitem em nos contatar”, completou Maldonado.

Por meio do Unibral, tanto alunos alemães podem fazer intercâmbio no Brasil, como é o caso de Alexander, Fridolin e Manuela, quanto alunos do ICMC podem fazer intercâmbio em Lüneburg. Estão previstas até sete bolsas anuais para os dois países. O programa é co-financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no Brasil e pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (Daad) na Alemanha.

Já os estudantes mexicanos vieram ao ICMC devido a um convênio estabelecido pela USP, via Agência de Cooperação Nacional e Internacional, com as instituições mexicanas. A Agência é responsável também pela criação do programa de voluntariado USP I-Friends, que, durante a recepção aos intercambistas, foi apresentado pelo aluno Filipe Perez, da Escola de Engenharia de São Carlos. Ele explicou que o objetivo da iniciativa é integrar os estudantes estrangeiros à comunidade universitária do campus da USP em São Carlos.

Sabor brasileiro: recepção foi especialmente preparada pela funcionária da CRInt, Luana Rufino
Texto e fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quer fazer intercâmbio? Esclareça suas dúvidas dia 13!


Como fazer para participar do programa Ciência sem Fronteiras? Como se inscrever no programa Unibral? Com o objetivo de esclarecer essas questões e apresentar aos estudantes de graduação as oportunidades de intercâmbio existentes, a Comissão de Relações Internacionais (CRInt) do ICMC realizará uma palestra na próxima quarta-feira, 13 de novembro, às 10 horas, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano.

A palestra será ministrada pelo professor Seiji Isotani, que explicará como funcionam os programas e poderá esclarecer as dúvidas dos alunos interessados em realizar intercâmbio. 


Saiba mais:
Matéria sobre o programa Unibral: icmc.usp.br/e/da3bd
Chama pública para o programa Unibral: icmc.usp.br/e/5fd49
Matéria sobre o programa Ciência sem Fronteiras: icmc.usp.br/e/d925d
Chamadas públicas para o Ciência sem Fronteiras: icmc.usp.br/e/9040f

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Tel.: (16) 3373-8120
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Referência em computação, engenharia e matemática aplicada, University of the West of England visita ICMC

University of the West of England abriga, em um de seus campi, o maior laboratório de robótica de seu tipo do Reino Unido e tem diversas áreas de pesquisa em comum com o ICMC 

Clarck busca novas parcerias de pesquisa no interior paulista
O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, recebeu na segunda-feira, 14 de outubro, dois representantes da University of the West of England (UWE), de Bristol, na Inglaterra. O objetivo da visita foi fortalecer os vínculos entre as instituições de ensino e estabelecer colaborações nas linhas de pesquisa que as universidades têm em comum.

Na abertura da reunião, o presidente da Comissão de Relações Internacionais do ICMC, Paulo da Veiga, ressaltou a visita que fez a UWE e a seus diversos laboratórios de pesquisa aplicada em abril de 2013. Observou, ainda, que a instituição inglesa é um centro de referência nas áreas de computação, engenharia e matemática aplicada. 

A UWE abriga, em um de seus campi, o maior laboratório de robótica de seu tipo do Reino Unido, inaugurado em 2012. Situada na cidade inglesa de Bristol, a University of the West of England tem cerca de 30 mil estudantes e 3 mil docentes, sendo a maior das duas universidades da cidade.

Também participaram da reunião os professores Andrei Leitão e Juarez Lopes Ferreira da Silva, ambos do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), e o professor Osvaldo Novais de Oliveira, representando o Instituto de Física de São Carlos (IFSC). 

No período da tarde, foi realizado um mini-workshop, em que representantes de vários grupos de pesquisa do ICMC puderam apresentar e discutir com os visitantes suas pesquisas e as afinidades entre as instituições, como linhas de pesquisa na área de engenharia de software, robótica, visualização, estatística e sistemas embarcados.

Os visitantes, Alistair Clark e Richard McClatchey, apresentaram a universidade e as pesquisas desenvolvidas em seus departamentos, apontando estratégias para direcionamentos futuros em áreas multidisciplinares. A presença de professores de outras unidades do campus reforçou o interesse dos visitantes em linhas de pesquisa que atingem diversas áreas do conhecimento.

McClatchey apresentou as linhas de pesquisa em computação da UWE
Alistair Clark é chefe da área de Pesquisa e Bolsas de Estudo, do Departamento de Projetos em Engenharia e Matemática. Alistair desenvolve pesquisas em parceria com diversas instituições de ensino no Estado de São Paulo, como a Universidade Estadual Paulista (Unesp) em São José do Rio Preto e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). "Também tenho ligações estreitas com a Unicamp", disse o pesquisador.

Richard McClatchey é diretor do Centro de Pesquisa do Departamento de Ciência da Computação e Tecnologias Criativas da universidade. O pesquisador já publicou mais de 200 artigos dentro de suas áreas de pesquisa, que envolvem computação em nuvem, modelagem de bases de dados, análise de sistemas, sistemas distribuídos e gestão de processos.

Nesse primeiro momento, o professor McClatchey foi convidado a integrar a colaboração já existente entre o ICMC e a Université de Bretagne-Sud, na área de engenharia de software, por meio do Laboratório de Engenharia de Software, que é coordenado pelo diretor do ICMC, José Carlos Maldonado. 

Também está prevista, para o primeiro semestre do próximo ano, a realização de um workshop reunindo vários grupos de pesquisa do ICMC, da Université de Bretagne-Sud e da UWE.

Texto e fotos: Fernanda Vilela - Assessoria de Comunicação ICMC/USP
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Secretaria CRInt-ICMC
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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Daqui para o mundo: estudantes do ICMC relatam suas experiências de intercâmbio

"Sejam bem-vindos de volta", declarou professor Seiji Isotani

Eles partiram de São Carlos para o mundo: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, Espanha e Portugal foram os destinos escolhidos pelo primeiro grande grupo de intercambistas do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP que retornou recentemente do exterior. “Sejam bem-vindos de volta”, disse o professor Seiji Isotoni, que faz parte da Comissão de Relações Internacionais (CRInt) do Instituto, durante o encontro destinado a recepcionar os 37 intercambistas.

O estudante Murilo Zigard, do Bacharelado em Matemática, permaneceu na Universidade de Coimbra, em Portugal, de setembro de 2012 a julho deste ano. Bolsista do programa Ciências sem Fronteiras, ele explicou que, em Coimbra, todos os alunos do curso de Matemática fazem uma espécie de iniciação científica – em uma disciplina chamada Seminário Matemático – durante os seis meses finais da graduação.

Salmeron ficou um ano na Universidade
de Sydney, na Austrália
Já Gabriela Ruch Salmeron, que está cursando Ciências de Computação no ICMC, permaneceu de julho de 2012 a julho deste ano na Austrália, na Universidade de Sydney, também por meio do programa Ciência sem Fronteiras. Interessada na área de designer gráfico, ela teve a oportunidade de atuar em uma empresa pequena que desenvolvia projetos para grandes empresas. “Trabalhei em um projeto da Disney/Pixar para aquele filme que eles lançaram recentemente chamado Aviões”, disse.

Dos 37 intercambistas que retornaram ao ICMC no começo deste semestre, 33 participaram do programa Ciências sem Fronteiras e 4 obtiveram bolsa Mérito Acadêmico da USP.

A bolsa Mérito Acadêmico é uma das modalidades da bolsa de intercâmbio internacional da USP, que têm por objetivo proporcionar formação e experiência acadêmica internacional aos alunos da USP por intermédio da realização de cursos ou programas de pesquisa em instituições estrangeiras de reconhecida qualidade. A bolsa tem duração de dois a seis meses, podendo ser estendida, no máximo, por 18 meses, no caso de programas de duplo diploma. É oferecido auxílio para deslocamento, mensalidade e auxílio para seguro-saúde. Os valores variam de acordo com o país de destino (veja os valores no site do Programa Bolsas de Intercâmbio para alunos de graduação).

Já o Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa de esforço conjunto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. A graduação sanduíche tem duração de um ano e pode chegar a um ano e meio quando for estendida em função de estágio ou curso de idioma. No caso da graduação, o candidato precisa ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para o curso. A bolsa cobre despesas no exterior como alojamento, alimentação, gastos com material didático e também as passagens aéreas. Confira os valores

As inscrições para a próxima edição do Ciência sem Fronteiras estão abertas até 29 de novembro. No final deste texto, é possível conferir os procedimentos para efetuar a inscrição no programa.

De volta de Portugal: intercambistas relatam suas experiências

Oportunidade de crescimento
“Queremos aprender com vocês. Nós, quando vamos ao exterior, vivenciarmos a vida de um pesquisador em uma universidade estrangeira. O ponto de vista de vocês, como alunos, é diferente”, explicou Isotani durante o encontro com os intercambistas, do qual também participaram os professores do ICMC: Edna Zuffi (Licenciatura em Matemática); Leandro Fiorini Aurichi (Bacharelado em Matemática); Thiago Pardo (Bacharelado em Ciências da Computação); Mário Andrade Filho (Bacharelado em Estatística) e Simone do Rocio (Sistemas de Informação).

No encontro, realizado no dia 2 de outubro, Pardo orientou os intercambistas em relação aos procedimentos necessários para validação dos créditos das disciplinas cursadas no exterior. Ele também explicou aos estudantes que, como muitos retornam do exterior no final de agosto ou início de setembro, é preciso ficar atento a provas e trabalhos que, porventura, tenham sido aplicados no período. Nesse caso, o aluno deve utilizar um mecanismo formal já existente de "recuperação do aprendizado", para ter uma segunda chance de realizar a prova e/ou trabalho.

Outra questão que costuma gerar dúvidas nos estudantes são as faltas. "A Comissão de Graduação já deliberou que, no caso do aluno que estava estudando no exterior, há um abono das faltas durante os 40 dias iniciais do semestre", informou Pardo. Para ele, é fundamental que os estudantes fiquem atentos aos prazos, já que são os mesmos para os estudantes que estão no Brasil e para aqueles que fazem intercâmbio.

“Precisamos lidar com uma série de questões burocráticas que, antes, simplesmente não existiam. Está sendo um aprendizado para nós também”, disse Pardo. “Essa oportunidade que vocês tiveram de viver esse período de estudo no exterior engradeceu vocês, espero que também possa engradecer nosso Instituto”, finalizou Isotani.



Como se inscrever no Ciência sem Fronteiras 
Primeiro, o aluno deve ler os editais disponíveis na página da CRInt (icmc.usp.br/e/9040f) e escolher uma opção de destino. Depois, é preciso fazer a inscrição no site do Ciência sem Fronteiras (www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/instrucoes) e também no Sistema Mundus (www.uspdigital.usp.br/mundus/).

Por último, o aluno deve enviar um e-mail para a CRInt (crint@icmc.usp.br), escrevendo no assunto: Inscrição Ciência sem Fronteira Graduação Sanduíche - "nome do país de destino". No e-mail, é necessário anexar os seguintes documentos: 

- cópia do resumo escolar (imprimir do JúpiterWeb); 
- formulário preenchido para participar do programa Ciência sem Fronteiras. 

Também é possível entregar a documentação pessoalmente na CRInt (sala 3150), no ICMC. As inscrições devem ser feitas até o dia 29 de novembro. Os países com oferta de vagas são Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e Suécia. Para conferir todos editais, acesse a página da CRInt: icmc.usp.br/e/9040f

Texto e fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Mais informações
Comissão de Relações Internacionais do ICMC
Chamadas públicas para o Ciência sem Fronteiras: icmc.usp.br/e/9040f
Tel.: (16) 3373-8120
E-mail: crint@icmc.usp.br