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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Como você pode contribuir para que a região do campus se torne mais segura?

Ao adotar algumas medidas simples de prevenção, é possível aumentar a segurança nas imediações do campus da USP, em São Carlos



Quais atitudes você pode tomar para aumentar a segurança de toda a comunidade que frequenta o campus da USP, em São Carlos? Responder essa pergunta é um dos objetivos de um bate-papo que acontecerá na próxima quarta-feira, 11 de setembro, às 16 horas, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no bloco 6 do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. 

A atividade é uma iniciativa da direção do ICMC que, diante do recente aumento no número de incidentes nos arredores da área I do campus, entrou em contato com a Polícia Militar solicitando a realização de um evento voltado aos estudantes, professores e funcionários que circulam pela região. Durante o bate-papo, o capitão da 1º Companhia da Polícia Militar em São Carlos, Renato Gonzalez, fornecerá dicas de segurança e também explicará como é feito o planejamento das ações de policiamento. 

Entre os principais desafios enfrentados pelos policiais, por exemplo, está o número baixo de notificações à Polícia Militar. É fato que, se as vítimas não notificam que houve um assalto ou qualquer outro tipo de crime, as atividades de prevenção ficam comprometidas. Por isso, Gonzalez abordará a importância do registro das ocorrências e explicará como funciona o atendimento pelo 190. A atividade é gratuita e aberta a todos os interessados. 

Texto: Assessoria de Comunicação do ICMC/USP 

Segurança nas imediações do campus 
Quando: quarta-feira, 11 de setembro, às 16 horas 
Onde: auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano (sala 6-001) 
Mais informações: (16) 3373.9622 ou eventos@icmc.usp.br

terça-feira, 9 de abril de 2019

A Identidade que TRANSforma: bate-papo sobre diversidade acontece no ICMC

Evento sobre a identidade transexual também contará com a exibição de um vídeo-documentário

Resultado de imagem para "a identidade que transforma"

O vídeo-documentário A Identidade que TRANSforma será apresentado na próxima quinta-feira, 11 de abril, a partir das 19 horas, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Aberto a toda a comunidade e gratuito, o evento terá também um bate-papo com a participação de Filipa Brunelli, transfeminista, graduanda em sociologia e assessora, em Araraquara, de políticas para a população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). Além disso, estará presente no encontro uma das autoras do documentário, a jornalista Talissa Fávero, ex-estagiária da área de comunicação do ICMC.

Promovido pelo Programa USP Diversidade, o evento será no auditório Luiz Antonio Favaro, no bloco 4 do ICMC. O Programa integra um conjunto de ações institucionais da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão para criar espaços e intervenções em todos os campus da USP, abordando temas relacionados à diversidade e à pluralidade de pessoas e grupos sociais, garantindo um ambiente de informação e combate ao preconceito dentro da Universidade.

Sobre o documentário - O vídeo-documentário A Identidade que TRANSforma aborda a desumanização dos transexuais, colocados às margens dos direitos básicos como educação, emprego e até mesmo do próprio nome, condição  regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça, sendo autorizada em março de 2018 como uma questão de respeitabilidade à dignidade humana pelo Supremo Tribunal Federal.

Realizado por Beatriz Flório Pereira, Raquel Baes Correia e Talissa Fávero, três jornalistas recém-formadas pela Universidade de Araraquara (UNIARA), o trabalho narra a experiência de vida de quatro personagens. Ao longo do vídeo, eles relatam a difícil relação com a família, a importância da construção da identidade e demais obstáculos enfrentados a partir do momento que assumiram sua identidade de gênero. Especialistas das áreas em psicologia e direito também dão depoimentos, atestando a relevância social das políticas voltadas para essas pessoas.



Texto - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

A Identidade que TRANSforma
Quando: quinta-feira, 11 de abril, a partir das 19 horas
Onde: auditório Luiz Antonio Favaro, no bloco 4 do ICMC
Endereço: avenida Trabalhador são-carlense, 400, área I do campus da USP, no centro de São Carlos
Mais informações: (16) 3373.9146 ou ccex@icmc.usp.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Um Brinde ao Museu: confira como foi o evento em São Carlos

Bate-papo e visita monitorada foram as atrações no Museu da Ciência Mario Tolentino

Na tarde do último sábado, 10 de novembro, 55 adultos e crianças tiveram a oportunidade de fazer Um Brinde ao Museu em São Carlos, no evento realizado pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em parceria com a Prefeitura Municipal da cidade. 

As atividades começaram às 15 horas no Museu da Ciência Mario Tolentino com um bate-papo descontraído. A roda de conversa contou com a presença do professor José Carlos Maldonado, do ICMC, do paleontólogo Marcelo Adorna Fernandes, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da bibliotecária Lourdes de Souza Moraes, que participou do projeto de criação do Museu, e do educador Paulo Milanez, diretor do Museu. 

A seguir, o público se divertiu com as atrações do lugar, que dispõe de uma exposição permanente de paleontologia que é referência nacional. Entre os destaques da exposição está um fóssil com vestígios de xixi de dinossauro (Urólito) e diversos fósseis com inúmeras pegadas de dinossauro, desde a menor já encontrada no Brasil até a segunda maior. Há, ainda, um exemplar de tatu gigante com 12 mil anos, que é considerado o exemplar mais completo do país, e réplicas de um Abelissauro e de um Pterossauro.

O público também se encantou com a outra exposição permanente do museu, que dispõe de 156 experimentos interativos de física, os quais apresentam, de foram divertida, conceitos de mecânica, eletricidade, magnetismo e ótica. Um dos destaques dessa exposição é o Girotec, um simulador de falta de gravidade desenvolvido pela NASA.

Professor José Carlos Maldonado (à esquerda) explicou como a tecnologia pode contribuir para facilitar o acesso aos conhecimentos disponibilizados pelos museus e destacou alguns exemplos bem-sucedidos de museus virtuais
Sobre o evento - A ideia de realizar Um Brinde ao Museu surgiu depois do incêndio que atingiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, dia 2 de setembro. Além de São Carlos, sete cidades brasileiras se engajaram na iniciativa: Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Campos dos Goytacazes (RJ), Curitiba (PR), Diamantina (MG) e Marabá (PA). 

A maioria das atividades aconteceu no sábado, 10 de novembro, no Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 2001 para sublinhar o papel da ciência na construção de um mundo melhor. Este ano, o tema da data foi Ciência, um direito humano, marcando a comemoração do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O evento contribuiu para mostrar ao público o quanto o conhecimento científico contribui para o desenvolvimento de uma sociedade, o quanto a ciência está presente na vida diária das pessoas e o quanto é preciso estimular o pensamento crítico sobre o direito humano de participar e se beneficiar da ciência. A iniciativa foi inspirada no festival internacional de divulgação científica Pint of Science, um verdadeiro brinde à ciência que acontece em bares, cafés e restaurantes no mês de maio.

Simulador de falta de gravidade desenvolvido pela NASA é uma das atrações do Museu

Confira o álbum de fotos no Flickr e no Facebook!


Texto: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP
Fotos: Paulo Arias

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

quarta-feira, 25 de abril de 2018

De Macapá a Porto Alegre: a diversidade da ciência disponível no bar mais próximo

A vastidão e o impacto das pesquisas realizadas no Brasil estarão ao seu alcance durante três dias, em 56 cidades, nos 500 bate-papos científicos que compõem o Pint of Science

A cidade de São Paulo concentra o maior número de bate-papos: 63 no total

Na noite de 14 de maio, a partir das 19h30, enquanto a população de Goiânia (GO) poderá sentar em um bar para descobrir o que é um ser humano, quem estiver em Uberlândia (MG) poderá entender que dor, venenos e bruxas têm tudo a ver com ciência. É neste dia que começa o festival Pint of Science, um dos maiores eventos de divulgação científica do mundo. 

No Brasil, o evento levará cientistas para conversar com o público, de forma descontraída, em bares e restaurantes de 56 cidades, animando as noites de 14, 15 e 16 de maio com informação, revelações e debates sobre pesquisas nas mais diversas áreas do conhecimento. Para conferir a programação na cidade mais próxima, acesse o site do festival: www.pintofscience.com.br

Para ter uma ideia da vastidão territorial e científica do evento, pense que, na noite de 15 de maio, na mesma hora que os moradores de Santo Antônio de Jesus (BA) estiverem descobrindo o que acontece com nossa memória quando envelhecemos, os participantes do Pint of Science em São José do Rio Preto (SP) terão a oportunidade de conhecer truques de “matemágica” e entender o que faz quem estuda astrobiologia. 

Já na noite de 16 de maio, será a vez dos moradores de Macapá (AP) se divertirem com o projeto Físicos da Alegria, que leva a ciência para pacientes do Hospital da Criança e do Adolescente da cidade. Na mesma noite, em Florianópolis (SC), será revelado o que bactérias em um vulcão na Antártica podem nos dizer sobre a busca de vida fora da Terra. 

É nessa noite que, em Recife (PE), a bióloga Natália Lima Oliveira falará sobre o uso de biossensores em investigações. “A ciência contribui fortemente com a polícia a partir do momento em que, utilizando-se de conceitos e demonstrações simples, pode revelar o acontecimento de um crime, o modo como ocorreu e quem foi o responsável”, argumenta a pesquisadora. Esse lado “CSI” da ciência – o termo vem da série Crime Scene Investigation – também será tema de bate-papos em Belo Horizonte, Brasília, Campinas e Santos

Sobre macacos e febre amarela – O festival terá ainda diversos bate-papos sobre fake news, vacinas e febre amarela. “É importante falar da febre amarela em um evento como o Pint of Science porque as pessoas têm muitas dúvidas e ainda vêem o macaco como vilão”, diz a pesquisadora Leticia Jedlicka, que conduzirá a conversa Febre amarela: e o macaco com isso?, em Marabá (PA)

A febre amarela e as demais infecções que invadiram e assustam o país (e aquelas que ninguém dá a devida atenção) também serão tratadas pela jornalista especializada em saúde e ciência Ruth Helena Bellinghini, em São Paulo (SP). Em reportagem publicada em fevereiro, a jornalista reuniu as principais dúvidas do público a respeito da vacina da febre amarela, via redes sociais e, a partir de pesquisas e entrevistas com profissionais de saúde, respondeu uma a uma. Os paulistanos são os que terão mais bate-papos à disposição: 63 no total.

Outro tema de destaque na programação é a participação feminina na ciência. “Esse tema precisa ser tratado de forma científica”, diz Natalia Pasternak, coordenadora nacional do Pint of Science. Segundo ela, faltam pesquisas sobre esse assunto no Brasil e, por isso, a questão da igualdade de gênero tem sido discutida com base apenas em opiniões e não em evidências científicas.

Outros assuntos a serem discutidos nos bares são: o uso de animais nas pesquisas (50 tons de ética: o uso de animais na ciência), o desastre de Mariana (Quando o Rio Virou Lama: o maior desastre ambiental brasileiro aos olhos da ciência), as criptomoedas (Posso ficar rico com criptomoedas?) e os enigmas (A maneira mais difícil de ganhar um milhão de dólares!). Haverá, ainda, conversas sobre música, cerveja e muito mais. 

A entrada é gratuita – paga-se apenas o que for consumido nos estabelecimentos – e não há necessidade de inscrição. Também não são emitidos certificados de participação. Todos os bate-papos começam às 19h30 (horário local), mas recomenda-se chegar mais cedo, já que não há reserva de lugar. Com certeza, você vai se impressionar com a ciência que é feita no Brasil ao bater um papo com um dos pesquisadores que estarão à sua disposição nesses 500 bate-papos. 

A primeira edição do festival no Brasil aconteceu em São Carlos, no interior de São Paulo, em 2015 


Confira imagens de divulgação do evento no Flickr: icmc.usp.br/e/1bf73

Texto: Denise Casatti e Stefhanie Piovezan 

Contato para a imprensa
Assessoria de comunicação nacional do Pint of Science: (16) 3373-9666 (ICMC/USP) 

Jornalistas responsáveis: 
- Denise Casatti: (11) 9-9125-9459 
- Stefhanie Piovezan: (11) 9-5206-2638

segunda-feira, 19 de março de 2018

Festival de divulgação científica ganha o país e deve atrair 50 mil pessoas

Edição de 2018 do Pint of Science será realizada em 56 cidades brasileiras

Em 2017, evento foi realizado em 22 cidades; na imagem, público lota bar em Goiânia

Cientistas de 56 cidades brasileiras se preparam para participar de um dos maiores eventos dedicados à divulgação da ciência no mundo: o Pint of Science. Nos dias 14, 15 e 16 de maio, eles vão se unir a pesquisadores de outros 20 países e deixarão as bancadas dos laboratórios para ocupar mesas de bares e conversar sobre suas pesquisas com a população. Apenas no Brasil, a expectativa é de que 50 mil pessoas de todas as regiões compareçam aos bate-papos.

O objetivo é criar um canal de comunicação direto entre os cientistas e a sociedade, explica Natalia Pasternak Taschner, coordenadora do festival no país: “As pessoas querem saber, têm sede de ciência, e os cientistas querem falar”. Durante o festival, os pesquisadores conversam com o público de forma descontraída, respondem perguntas e não há formalidades como inscrição ou emissão de certificados. Também não é preciso pagar entrada, apenas o que for consumido nos estabelecimentos que sediam o evento.

Esclarecer como a ciência funciona e mostrar a beleza existente em sua capacidade de investigar e explicar o mundo estão também entre as metas dos organizadores. “É um desafio ensinar conceitos em uma conversa no bar, mas, se conseguirmos encantar as pessoas, despertar sua curiosidade, elas buscarão o conhecimento. É esse encantamento que procuramos despertar no Pint of Science”, afirma a coordenadora.

Fórmula de sucesso - Realizado pela primeira vez no Brasil em 2015, quando foi trazido da Inglaterra pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, o Pint of Science cresce a cada ano. Os 22 municípios da edição passada saltaram para mais de 50 e, com a entrada de cidades da região Norte, pela primeira vez o evento abrangerá todas as áreas do país.

“Para os municípios da região Norte, é interessante participar do Pint of Science porque podemos aumentar o intercâmbio e o fluxo de ideias, de troca de informações. Isso é fundamental para diminuir o preconceito com o trabalho de pesquisa que é realizado nessa parte do país e para ampliar a visibilidade dos nossos projetos”, afirma Adolfo Mota, professor da Universidade Federal do Amazonas que coordena o festival na região.

Além da coordenação nacional e regional, em cada um dos 56 municípios que participarão do festival há um coordenador local responsável pelo evento. A relação das cidades participantes já está disponível no site pintofscience.com.br e a programação em cada localidade poderá ser conferida a partir da segunda quinzena de abril.

Em Ribeirão Preto, festival acontece desde 2016

Confira mais imagens do evento no Flickr: icmc.usp.br/e/1bf73

Texto: Stefhanie Piovezan

Contato para a imprensa
Assessoria de comunicação nacional do Pint of Science
Telefone: (16) 3373-9666 (ICMC/USP)
E-mail: pintcomunica@gmail.com

Jornalistas responsáveis: 
- Denise Casatti ((11) 9-9125-9459)
- Stefhanie Piovezan - (11) 9-5206-2638

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Um festival de divulgação científica sem fronteiras

Os cientistas vão invadir bares e restaurantes de 22 cidades brasileiras, conectados a um dos maiores eventos de divulgação científica do mundo, que acontecerá simultaneamente em mais 10 países



Divulgar a ciência para o público em geral é o fio condutor de uma iniciativa que vai unir Brasil, Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Espanha, França, Irlanda, Itália e Reino Unido. Mais de 100 cidades espalhadas por esses 10 países realizarão simultaneamente, nos dias 15, 16 e 17 de maio, um dos maiores festivais de divulgação científica do mundo: o Pint of Science.

“Este ano, o evento se expandiu e alcançará 22 cidades em todo o Brasil”, revela a coordenadora nacional da iniciativa, Natalia Pasternak. O Pint of Science pode ser comparado a um grande festival de música, em que os artistas se apresentam simultaneamente em vários palcos a cada noite. Só que, nesse caso, em vez de artistas, há pesquisadores conversando com o público em restaurantes, cafés e bares. No lugar da música, a melodia que será ouvida nesses palcos está relacionada a biologia, computação, engenharia, estatística, filosofia, física, história, matemática, química, sociologia e muito mais. 

“O Brasil é o primeiro país sul-americano a fazer parte do festival e o sucesso estrondoso de 2016 mostra que os brasileiros amam ciência e querem realmente matar sua sede de conhecimento”, destaca Michael Motskin, diretor e fundador do Pint of Science. O festival nasceu em 2013 na Inglaterra e chegou ao país em 2015, quando o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP realizou o evento em São Carlos, no interior paulista, colocando o Brasil no mapa do Pint of Science.

Em 2016, a faísca da divulgação científica se espalhou por sete municípios brasileiros e, este ano, atingirá 10 cidades paulistas: Araraquara, Botucatu, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos, São Caetano do Sul, São Paulo, São Carlos e Sorocaba. Além disso, a iniciativa chegará a municípios brasileiros localizados no Sul, no Nordeste e no Centro-Oeste: Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Brasília (DF), Curitiba (PR), Dourados (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Em 2016, o evento contabilizou um público de aproximadamente 7,3 mil pessoas no Brasil

O evento é gratuito no Brasil e as pessoas só pagarão o que consumirem nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos. “A ciência brasileira enfrenta uma de suas maiores crises de financiamento e credibilidade. Por isso, divulgá-la nunca foi tão importante e tão urgente quanto agora”, explica a coordenadora nacional, que é doutora em genética molecular pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Rede de voluntários – Em cada uma das 22 cidades brasileiras que realizarão o Pint of Science, existe um grupo de voluntários trabalhando para organizar os diversos bate-papos com os pesquisadores. Há um coordenador em cada cidade, bem como coordenadores regionais. O desafio deles é levar o conhecimento científico à população, de uma forma descomplicada, possibilitando que as pessoas esclareçam suas dúvidas diretamente com quem faz ciência. “Restaurantes, cafés e bares também são lugares adequados para os cientistas divulgarem suas pesquisas. Nosso objetivo é mostrar que, sem ciência, tecnologia e inovação, não existe desenvolvimento”, acrescenta Natalia.

Em 2016, o festival mobilizou 118 especialistas brasileiros e 110 voluntários

De acordo com a coordenadora, o Pint of Science possibilita, ainda, que a população conheça como é o trabalho de um pesquisador, uma jornada repleta de encantos e desencantos, tal como a trajetória de qualquer outro profissional. Dessa forma, cria-se a oportunidade para o estabelecimento de uma comunicação mais informal, descontraída e humana entre os cientistas e a população: “É um momento para nos unirmos e fazermos um brinde à ciência, rompendo todas as fronteiras”. 

A programação dos bate-papos que acontecerão nas 22 cidades brasileiras será disponibilizada no site do evento a partir do dia 27 de março. O Pint of Science conta com o apoio de várias instituições e já confirmaram patrocínio em âmbito nacional a Elsevier, a empresa Galoá e três Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP): o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria; o Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades; e o Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros.

Programação das cidades será divulgada a partir de 27 de março


Texto: Denise Casatti
Coordenadora da Assessoria de Comunicação do Pint of Science Brasil e Analista de Comunicação no ICMC/USP

Fotos: equipe Pint Ribeirão Preto

Mais informações
Página no Facebook: www.facebook.com/pintbrasil
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Mais suor e menos glamour: venha conhecer os desafios da jornada das startups

Em um bate-papo na USP, em São Carlos, os empreendedores vão revelar os desafios que enfrentam durante o desenvolvimento de uma startup; a atividade é parte das comemorações dos 45 anos do ICMC


Ser um empreendedor, criar uma startup de sucesso e ganhar muito dinheiro. Esse é o sonho vislumbrado por milhares de jovens que, inspirados por histórias de sucesso, não conhecem os desafios que envolvem a criação de um modelo de negócio repetível e escalável, em um ambiente de extrema incerteza.

Trazer ao público a dimensão real (e algumas vezes sombria) desse cenário é o objetivo do bate-papo Mais suor e menos glamour: os desafios da jornada das startups, que será realizado na próxima quarta-feira, 19 de outubro, às 19h30, no campus da USP em São Carlos. 

A atividade faz parte das comemorações dos 45 anos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e acontecerá no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano. O evento é gratuito, aberto a todos os interessados e não demanda inscrição prévia.

Entre os participantes do bate-papo estão empreendedores que fundaram startups de destaque no mercado e, antes disso, passaram por algumas experiências mal sucedidas ao longo da jornada. Confira, a seguir, o nome e a trajetória de cada um dos participantes.


Danilo Oliveira - Sócio-fundador do SigaLei, solução para busca e acompanhamento da tramitação dos projetos de lei no Congresso Nacional e nas Assembleias Estaduais. O SigaLei utiliza mineração de dados e técnicas de aprendizado de máquina para realizar análises descritivas e preditivas dos cenários políticos. Engenheiro da Computação formado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2012, é especialista em ficar em silêncio nos debates políticos travados nas Redes Sociais. Danilo acredita que o verdadeiro amadurecimento político do brasileiro passa pelo debate saudável e democrático entre as diferentes partes. 



Filipe Grillo - Bacharel e mestre em Ciências da Computação pelo ICMC com especialização em sistemas Web e multimídia interativos. Teve um projeto reconhecido no prêmio nacional de acessibilidade em 2013, organizado pela W3C Brasil e NIC.br. Em sua carreira, já atuou como analista de sistemas e como gerente de projetos de tecnologia no ramo de mobile payment em São Paulo durante 2 anos. É sócio da RunWeb desenvolvimento de sistemas, onde foi diretor de tecnologia durante 5 anos. Na startup Arquivei, é co-fundador e CIO, onde é responsável, no time de engenharia, pelas equipes de qualidade de software e de operações. 



Marcio Galli - Ex-aluno do ICMC e especialista em tecnologias Web, trabalhando com tecnologias para comunicação há mais de duas décadas. Mudou-se para o Vale do Silício em 2000, quando trabalhou como evangelista de tecnologia e em projetos de inovação para empresas como Netscape, Yahoo! e, ao voltar ao Brasil, na MozillaHoje é empreendedor e, atualmente, trabalha para a SlideQuest, uma startup que oferece um canal de comunicação e de cocriação de conteúdo, permitindo a distribuição de apresentações animadas para WebTVs, dispositivos móveis, desktops, além da geração automática de vídeo trailers.



Rafael Libardi - Especialista em segurança digital com projetos nos setores de privacidade de dados e segurança da informação. É formado em Sistemas de Informação e possui mestrado em armazenamento seguro de dados na nuvem pelo ICMC. Seu objetivo de vida é aprimorar a privacidade e a segurança da internet. É membro global da Internet Defense League, Internet Society, IEEE e ACM. É fundador e CEO da Ukkobox, que foi nomeada uma das seis FinTech Startups a se observar pela Visa em 2015; acelerada pela Cyber London; e em 2016 foi premiada pela SC Magazine como melhor startup de cybersegurança da Europa.



Rafael Meireles - Gestor de projetos na Bridge, primeira aceleradora de startups da cidade de São Carlos, e responsável pela Builder, braço da Bridge que tem como foco receber projetos de investidores que buscam diminuir o risco de investimento através de uma equipe preparada para criar e testar modelos de negócio e levar ao mercado empresas com alta capacidade de retorno. É bacharel em design gráfico formado pelo Centro Universitário SENAC em São Paulo, com cursos em Estratégia Empresarial e Gestão de Marketing (Ibmec-SP) e MBA em Gestão Estratégica (USP - Ribeirão Preto). 



Ricardo Agostinho - Empreendedor na área de TI, co-fundador do PISO (Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto), co-idealizador do MOVER (Movimento Empreende Ribeirão), co-organizador do Startup Weekend Ribeirão Preto e OpenCoffee Empreendedorismo, colaborador no SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, colaborador no processo de criação do SUPERA International Office, investidor em startups de base tecnológica, co-diretor do Founder Institute capítulo Ribeirão Preto e CEO da aceleradora de startups SEVNA Seed.




Serviço
O que: Mais suor e menos glamour: os desafios da jornada das startups
Quando: 19 de outubro, quarta-feira, às 19h30
Onde: auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano do ICMC (USP São Carlos)
Evento gratuito, sem necessidade de inscrição prévia
Página do evento: www.facebook.com/events/313659439005502/

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Profissões do futuro: evento na USP mostra para estudantes do ensino médio o que é matemática, computação e estatística na prática

Com o objetivo de ajudar os estudantes na difícil escolha da profissão, iniciativa gratuita acontecerá no ICMC, em São Carlos, no dia 10 de agosto


Robôs estão entre as atrações do evento, que também oferecerá oficinas

Os estudantes que estão em dúvida sobre qual carreira seguir poderão conversar diretamente com os professores, alunos e funcionários do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. É só aproveitar esta oportunidade: inscrever-se gratuitamente no evento que acontecerá no dia 10 de agosto.

O objetivo é ajudar os jovens na difícil decisão sobre qual profissão escolher, fornecendo informações qualificadas e a oportunidade de esclarecerem suas dúvidas. As inscrições individuais ou em grupo podem ser realizadas pelos próprios estudantes do ensino médio e de cursos pré-vestibulares, por professores ou pelos pais via internet por meio deste link: www.icmc.usp.br/e/91f2e. Para facilitar a participação, é possível se inscrever nas atividades no período da manhã (das 9 às 12 horas), da tarde (das 14 às 17 horas) ou da noite (das 19 às 22 horas). Há 200 vagas disponíveis em cada um dos três horários.

As atividades começam com uma mostra de projetos e um tour pelo Instituto, em que os estudantes poderão sentir o gostinho do tipo de atividade que é desenvolvida por quem decide seguir carreira nas áreas de computação, matemática e estatística. Logo depois, haverá um bate-papo com diversos professores do Instituto. Para finalizar, acontecerão oficinas que possibilitarão aos estudantes conhecer na prática o que é estudar no ICMC (confira a programação completa).

O evento também é uma oportunidade para que os jovens saibam que a USP é uma universidade pública, gratuita e oferece diversas bolsas para os estudantes que têm dificuldades econômicas (moradia, alimentação, transporte, etc.). Além disso, os estudantes podem conhecer mais sobre as duas formas de ingresso na USP: via SISU/Enem ou via Fuvest. Vale lembrar que 11 de agosto é o último dia para solicitar a isenção na taxa de inscrição no vestibular na Fuvest (leia mais).

Atualmente, o ICMC oferece 335 vagas em oito cursos de graduação: Ciências de Computação; Sistemas de Informação; Bacharelado em Matemática; Licenciatura em Matemática; Matemática Aplicada e Computação Científica; Estatística; Ciências Exatas; e Engenharia de Computação. Os dois últimos cursos são oferecidos em parceira com outras unidades da USP em São Carlos. Para saber mais, acesse o guia Faça parte do futuro (disponível online em PDF e no ISSUU) e o site Território do Bixo.

Jogos e objetos de educação matemática cativam o público

Texto e fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

ICMC de portas abertas
Quando: dia 10 de agosto, quarta-feira
Onde: avenida Trabalhador São-carlense, 400, centro de São Carlos
Horário: das 9 às 12 horas; das 14 às 17 horas; das 19 às 22 horas
Quanto: evento gratuito
Inscrições: www.icmc.usp.br/e/91f2e
Mais informações: (16) 3373.9146
E-mail: ccex@icmc.usp.br

terça-feira, 31 de maio de 2016

Aproximando os cientistas da sociedade: sucesso de público marca Pint of Science na capital da tecnologia

Foram três noites de muita diversão e ciência para as cerca de 800 pessoas que participaram da segunda edição do evento em São Carlos

Para Edvaldo, o jornalismo literário transforma a ciência em uma grande história,
quebrando o mito e o distanciamento que tem da sociedade

Como aproximar a ciência da sociedade? "A estratégia é fazer com que a história do outro, nesse caso a história do cientista, se relacione também com a história de cada um de nós, criando conexões", explica o professor aposentado Edvaldo Pereira Lima, da Escola de Comunicações e Artes da USP, em um boteco chamado Vila Brasil, na rua XV de Novembro, em São Carlos. O público ali presente discute as possibilidades que temos à disposição para que o conhecimento científico seja comunicado de uma forma mais atraente e saborosa. Curiosamente, o bate-papo acontece durante a última noite do festival Pint of Science, que foi criado exatamente para aproximar os cientistas da sociedade. Este ano, a iniciativa mobilizou cerca de 800 pessoas em São Carlos.

A poucos metros dali, no restaurante Mosaico, o público escuta a sinfonia do universo escrita por Albert Einstein. “A Teoria da Relatividade Geral é um trabalho exclusivamente de Einstein e talvez tenha sido a maior produção que uma única mente fez em toda a história da humanidade”, diz o professor Adilson Oliveira, vice-reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A partir da compreensão da melodia criada pelo físico em 1916, o público é convidado a surfar nas ondas gravitacionais. 

“Repense os limites do que é possível”, diz a professora Solange Rezende, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), em outro canto da cidade, no Beatniks Road Bar. Aqui, a conversa é sobre os impactos da inteligência artificial e, para Solange, há um jeito simples de sentir sua presença em nosso dia a dia: basta pensar nos dispositivos criados para simular a capacidade humana. “O que era impossível poucos anos atrás, agora a inteligência artificial faz ser possível”, completa a professora. Ela cita um exemplo rotineiro: as sugestões personalizadas de compras que aparecem na tela do computador quando acessamos um site.

Mostrar essa ciência, nem sempre visível, presente no cotidiano das pessoas é também papel do festival Pint of Science, que nasceu na Inglaterra em 2013 com a ideia de levar os cientistas para falar diretamente com o público em ambientes descontraídos como bares e restaurantes. No ano passado, São Carlos fez jus ao seu título de capital da tecnologia: tornou-se a primeira cidade da América Latina a sediar o evento. Realizado pelo ICMC, o festival deu tão certo que se espalhou para mais seis cidades brasileiras este ano. 

Para Solange, podemos sentir os impactos da inteligência artificial no nosso cotidiano

Comunicar é preciso – “Se não existir comunicação científica, não existe ciência”. A frase de impacto do jornalista Fabricio Mazocco, que é assessor de comunicação na UFSCar, anunciou o início do bate-papo no Vila Brasil na noite do último dia 25 de maio. Ele explicou que, para ser considerado conhecimento científico, é preciso que um trabalho seja avaliado por outros cientistas e, para isso, precisa ser publicado. Nesse caso, trata-se de uma comunicação realizada para um público especializado. Por outro lado, há a comunicação que é realizada na sala de aula, nos museus e também pela mídia e pelas redes sociais, que é destinada, na maior parte das vezes, para um público que não tem qualquer conhecimento anterior sobre aquele assunto. “O grande desafio, nesse tipo de comunicação, é a linguagem a ser empregada: como transformar a ciência em um conteúdo compreensível, interessante e atraente para o público em geral?”, perguntou Fabricio.

Para o professor Edvaldo, o jornalismo literário usa instrumentos-chaves provenientes do campo da literatura, que podem contribuir para aprimorar a comunicação da ciência. "O jornalismo literário transforma a ciência em uma grande história, quebrando o mito e o distanciamento que a ciência tem da sociedade", afirmou. Segundo ele, é papel do jornalista ter a habilidade de contar uma boa história e fazer fluir a conexão com o leitor.

Em seguida, o jornalista Diego Freire falou sobre sua experiência como repórter da Agência Fapesp e os desafios que enfrenta alguém que exerce o papel de mediador entre os cientistas e a sociedade. Para ele, aos poucos, os obstáculos existentes na relação entre jornalistas e cientistas têm sido superados. Já o jornalista Reinaldo José Lopes, colunista da Folha de S. Paulo, ressaltou que existe, por parte das redações jornalísticas, a cultura de que as pessoas não se interessam por ciência. Porém, de acordo com ele, essa tese é contrariada ao analisar a significativa repercussão de conteúdos publicados na internet, em especial em canais como o YouTube. "O jornalista não pode ficar preso a um jornalismo clássico, que deixa o assunto apático, é preciso acrescentar novas ferramentas interativas para sair do óbvio e do tradicional", finalizou Lopes.

Ir além é preciso – Ir além do óbvio e do tradicional foi o que fez Albert Einstein em 1916 ao prever as ondas gravitacionais. “Passaram-se 100 anos para que desenvolvêssemos a tecnologia necessária para detectar as ondas gravitacionais. Isso mostra que, muitas vezes, a ciência é capaz de olhar para coisas que estão muito além da nossa capacidade tecnológica de verificação”, ressaltou Adilson.

Odylio, Cássio, Adilson e Daniel conduziram o bate-papo sobre ondas gravitacionais

Durante o bate-papo no Mosaico, o professor Daniel Vanzella, do Instituto de Física de São Carlos, explicou o que são as ondas gravitacionais e quais podem ser suas principais fontes. “O mais importante serão as descobertas que vão ser feitas a partir dessas ondas”, acrescentou Odylio Aguiar, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. “Elas trazem a assinatura de como era o universo em seus momentos iniciais. Essa assinatura pode nos mostrar que talvez tudo tenha começado mesmo com uma grande explosão, mas talvez tenha existido algo antes, um universo cíclico, por exemplo, que vive inflando e desinflando”, completou Cássio Barbosa, pós-doutor em astronomia e autor da coluna Observatório do portal G1.

Novas perspectivas para a compreensão do nosso mundo também foram trazidas pelo bate-papo sobre inteligência artificial, que mobilizou o público no Beatniks Road Bar. O professor Fernando Osório, do ICMC, destacou a relevância das ferramentas de inteligência artificial nos veículos autônomos. “Esses avanços científicos podem representar catástrofes no emprego ou inovação tecnológica sem precedentes?”, questionou o professor. Segundo ele, de fato, o desenvolvimento da área de inteligência artificial pode levar à diminuição ou à extinção de alguns empregos, muitos dos quais podem ser considerados perigosos ou não ideais para os seres humanos, comprometendo sua saúde e qualidade de vida. “Mas a possível geração de desemprego seria culpa mesmo da inteligência artificial ou dos seres humanos, que não estão pensando em alternativas de realocação desse pessoal?”, voltou a indagar o professor.

Dois sócios de startups são-carlenses que empregam recursos da área de inteligência artificial em suas empresas também participaram do evento: Marco Pereira, da Itera, e Thiago Christof, da Calamar Technology Brasil. Segundo Thiago, estamos vivenciando um novo momento na história da humanidade, em que as máquinas se tornam extensão das mentes dos seres humanos. Ele falou sobre a ampliação do uso de robôs nos serviços de atendimento ao consumidor, por exemplo, por meio do desenvolvimento de programas de computador que tentam simular um ser humano na conversação com as pessoas (chatbot). Será uma catástrofe ou o início de uma era de prosperidade sem precedentes? A ciência e o tempo nos dirão.

Em São Carlos, o Pint of Science conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), da UFSCar e do IFSC. Em âmbito nacional, há ainda o patrocínio da Elsevier.



Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC/USP
Com a colaboração de Suzana Xavier e Keite Marques

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