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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Alunos da USP São Carlos participam de programa internacional para jovens líderes

Iniciativa norte-americana seleciona estudantes com potencial de liderança no futuro e oferece atividades de capacitação

Estudantes foram selecionados em programa internacional para jovens líderes
(crédito da imagem: Henrique Fontes/SEL-USP)

Um líder, normalmente, é aquela pessoa que coordena um grupo em determinado ambiente visando alcançar grandes objetivos. Os desafios para quem escolhe essa função são enormes, tanto do ponto de vista pessoal como do profissional, e os que vislumbram assumir uma posição de liderança sabem que o percurso é longo e demanda muito preparo. Em busca de qualificação para iniciar essa caminhada, três alunos da USP, em São Carlos, ingressaram no Cargill Global Scholars Program (CGSP), iniciativa internacional que capacita jovens com potencial de liderança no futuro.

Por meio de seminários, orientações individuais, estudos de caso, eventos de networking, entre outras ações, o Programa visa desenvolver habilidades de pensamento crítico nos participantes, além de formar uma rede global de estudiosos e ajudar a transformá-los na próxima geração de inovadores do mundo. “Eu sempre vi a liderança como uma oportunidade de me colocar na linha de frente de um problema e sair da zona de conforto. Isso permite que você desenvolva competências que antes nem imaginava ter”, explica João Marco Barros, um dos participantes da atividade e aluno do curso de Engenharia de Computação, oferecido em conjunto pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, e pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Durante o CGSP, João Marco pôde desmistificar alguns conceitos que tinha sobre liderança e adquirir novos conhecimentos: “Além de aprender a ficar mais analítico e trabalhar com números, percebi que quando você coloca as pessoas na frente de suas decisões, os resultados começam a fazer mais sentido. O Programa ajudou a me reconstruir, pois eu pensava que ser líder era apenas ter uma posição de destaque e dar orientações a um grupo, mas a atuação é muito mais complexa”, diz o estudante, que sonha um dia em abrir uma empresa na área de tecnologia.

João Marco pretende gerenciar uma empresa de tecnologia no futuro
(crédito da imagem: Henrique Fontes/SEL-USP)

O jovem foi selecionado pelo Programa internacional em 2017, mas possui uma relação de longa data com a função de líder. Quando ainda cursava a segunda série do ensino médio, o aluno criou um projeto social em São Bernardo do Campo (SP), sua cidade natal, para dar aulas a quem não tinha condições financeiras. Na mesma época, fundou a iniciativa IUPI, na qual angariava recursos para distribuir a instituições carentes. Hoje, além de estar no último semestre do Cargill Global Scholars Program, ele faz parte do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), organização que oferece bolsas em escolas particulares de excelência e acesso a programas de desenvolvimento para jovens talentos de baixa renda.

A participação em programas de qualificação é um grande diferencial para quem sonha em mergulhar no universo da liderança, ainda mais em um cenário mercadológico cada vez mais concorrido e competitivo. Oferecido pela empresa Cargill em parceria com o Instituto de Educação Internacional (IIE), o CGSP seleciona 10 estudantes de cada país habilitado a concorrer no Programa. São seis no total: Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Estados Unidos. Os candidatos devem possuir bom desempenho acadêmico, estudar em áreas de interesse da Cargill e enviar cartas de apresentação pessoal e recomendação. Se forem aprovados nessa etapa, os estudantes ainda devem passar por uma entrevista. Os selecionados recebem uma bolsa de estudos, tutoria mensal de carreira e participam de atividades nacionais e internacionais.

Existe uma fórmula para ser líder? – Diante da diversidade de perfis, visões, personalidades, temperamentos e posturas, é difícil imaginar que há um modelo pronto a ser seguido em busca da liderança. No entanto, um aspecto sobre o tema parece ser unanimidade entre os jovens da USP: “Antes de qualquer conquista ou resultado, o líder deve se lembrar de que está lidando com seres humanos”, ressalta Leandro Silva, aluno do curso de Engenharia de Computação.

Leandro Silva é diretor geral do SEMEAR, grupo da USP que desenvolve soluções na área de robótica
(crédito da imagem: arquivo pessoal)

O jovem, que sonha um dia gerenciar equipes na área de educação, fala com propriedade do assunto já que vivencia experiências de liderança. Hoje, por exemplo, atua como diretor geral do SEMEAR, grupo extracurricular da USP que desenvolve soluções em engenharia mecatrônica para aplicações na robótica. Simultaneamente, Leandro coordena a área comercial da Semana da Engenharia de Computação (SenC) da Universidade, que acontecerá entre os dias 22 e 26 de outubro.

“Estar na USP é um diferencial enorme, pois podemos participar de atividades de extensão e trabalhar com pessoas incríveis, o que qualifica nosso currículo e nos faz crescer na carreira”, afirma o aluno. Selecionado em julho para ingressar no Programa de jovens líderes, o estudante já participou de algumas atividades da Cargill no mês passado, quando passou uma semana em São Paulo acompanhando seminários e palestras com executivos da empresa.

Quem faz companhia a Leandro nessa jornada é Maria Luisa do Nascimento, estudante do curso de Engenharia de Computação que também foi aprovada no CGSP. Anteriormente, a jovem não vislumbrava atuar como líder, mas parece ter encontrado seu caminho na área e reconhece que o desafio é gigante: “Não basta ter apenas o conhecimento técnico, é preciso manter sua equipe engajada se quiser aspirar algo grande. Você precisa ser um exemplo para o seu time e confiar nas pessoas que o compõe”, explica a aluna.

Saber ouvir é uma das características de Maria Luisa que mais se encaixa com as de um líder
(crédito da imagem: arquivo pessoal)

Atualmente, a líder gerencia um projeto de pesquisa do ADA, grupo de extensão vinculado ao curso de Engenharia de Computação que oferece aos alunos conhecimentos técnicos, administrativos e interpessoais de forma organizada, bem como valoriza a profissão de engenheiro de computação frente à sociedade e o mercado de trabalho. Além de colaborar com o projeto, a estudante coordena a Women in Tech, atração da Semana da Engenharia de Computação que visa promover maior representatividade feminina nas áreas de tecnologia.

Referência dos amigos na forma como lida com as pessoas, Maria Luisa conta que uma de suas características que mais se encaixa com as de um líder é a de saber ouvir e aprender com o próximo. Nesse sentido, a estudante sugere que os futuros líderes procurem por alguém que já realizou algo diferente e se espelhe nos exemplos positivos. “Nunca iremos aprender algo novo se não tentarmos”, conclui a jovem.

Engajados com a missão de transformar a sociedade e assumir grandes responsabilidades, os estudantes da USP não se esqueceram de incentivar o surgimento de novos candidatos à líder: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”, estimula Leandro, citando a frase do ativista Mahatma Gandhi.

Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL-USP

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373-9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Estudantes criam operadora digital de telefonia e representarão Brasil em competição nos EUA

Alunos de três universidades se reuniram para desenvolver a Fluke, startup que traz como prioridade o relacionamento com o cliente; Empresa deve começar a operar no Brasil em 2019

Yuki, Marcos e Matheus (da esquerda para a direita) estudam na USP, em São Carlos, e ajudaram a criar a Fluke

E se sua operadora de celular deixasse de ser um problema? Foi essa a pergunta que motivou um grupo de seis estudantes universitários a criar a Fluke, empresa digital de telefonia móvel que pretende facilitar a vida dos clientes. Desenvolvida por alunos da USP, em São Carlos e São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade Paulista (Unip), a nova operadora virtual representará o Brasil, nos dias 10 e 11 de maio, na International Business Model Competition (IBMC), competição que premia o melhor modelo de negócio universitário do mundo.

“Nosso cliente poderá contratar serviços da forma mais personalizada possível. Ele vai escolher o pacote que desejar, sem passar por intermediários, e não será obrigado a comprar planos extras que não utilizaria como forma de obter descontos em seu produto de interesse. Os valores de cada serviço ainda estão sendo estipulados”, explica Marcos de Oliveira Junior, aluno do curso de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e um dos idealizadores da startup fundada em junho do ano passado.

O processo para contratação de serviços da Fluke será rápido, transparente e intuitivo, bastando apenas o interessado acessar o aplicativo da empresa e selecionar o que deseja. Dentro do app, será possível trocar de plano, alterar os dados pessoais, acompanhar o consumo em tempo real, contratar o acesso a redes sociais, minutos de ligações, SMS, internet, além de solicitar ajuda pelo chat ou diretamente pelo telefone. A melhor notícia é que tudo isso poderá ser solicitado sem precisar se aborrecer com músicas intermináveis durante as chamadas e desgastantes transferências de ligação entre os atendentes de telemarketing.

Priorizar o bom relacionamento com os clientes é uma das principais vantagens das operadoras digitais de telefonia. Diferentemente das empresas físicas, as virtuais não precisam se preocupar, por exemplo, com responsabilidades como suporte técnico e infraestrutura de rede, já que alugam a mesma plataforma utilizada por uma operadora convencional.

Além de se beneficiarem financeiramente, as companhias tradicionais ainda podem reduzir a ociosidade de suas redes, pois muitas delas não operam em sua capacidade máxima. Assim, essas operadoras terão os mesmos gastos mensais, mas com uma receita maior. Os planos de ligação, internet, SMS e demais serviços serão comprados das empresas físicas pela Fluke em uma espécie de “atacado” e, posteriormente, disponibilizados ao consumidor final. Pensando no custo mensal para a manutenção da startup universitária, também deve ser contabilizado, além do aluguel pago às operadoras convencionais, os gastos com contratação e manutenção de softwares e os custos com os setores jurídico e de marketing.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), o Brasil possui mais de 235 milhões de linhas móveis ativas, o que torna o país o 5º maior mercado do mundo na área. As operadoras Vivo, Claro, TIM e Oi contemplam mais de 98% das escolhas dos clientes e a falta de alternativas a essas quatro opções, muitas vezes, faz com que o usuário sinta-se refém dessas empresas.

“As grandes operadoras de telefonia possuem uma base enorme de clientes, tornando o mercado oligopolizado. Porém, muitos consumidores contestam a qualidade dos serviços prestados e, frequentemente, as reclamações desencadeiam problemas jurídicos às empresas. Foi por isso que escolhemos o caminho das operadoras virtuais, pois assim conseguimos focar em uma relação de excelência com os clientes”, afirma Yuki Watanabe, aluno do curso de Engenharia Elétrica – Ênfase em eletrônica da EESC.

Tratando-se apenas de chips móveis pré-pagos, o número de clientes que trocam de operadora por ano gira em torno de 60 milhões. “Falta transparência às operadoras. Algumas pessoas mal sabem o valor exato que irá pagar na fatura do mês seguinte ou se o serviço está realmente sendo entregue, por exemplo. Para piorar, a comunicação com as empresas físicas é difícil e muitos clientes até deixam de mudar de operadora por pensar que na concorrente o serviço também será ruim”, explica Matheus Uema, aluno do curso de Engenharia de Computação, oferecido pela EESC em parceria com o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), também da USP em São Carlos.

Durante a graduação, os jovens estudaram algumas disciplinas que contribuíram na elaboração da startup. Oficinas de inovação e matérias sobre empreendedorismo universitário fizeram parte da grade dos alunos. “Durante as disciplinas, eu tive a oportunidade de assistir a palestras com referências na área, além de participar de dinâmicas em grupo com alunos de todos os campi da USP sobre o mercado empreendedor”, conta Marcos.

O foco da Fluke é o público jovem, e a escolha por São Carlos para desenvolver o projeto foi estratégica: “É uma população mais adepta a inovações digitais e que está inserida no campo da tecnologia. Muitos estudantes se mudam para São Carlos a fim de estudar e acabam trocando de operadora para falar com os pais. Pode ser um momento oportuno para nós”, diz Yuki.

Na Fluke, será possível contratar planos personalizados

Reconhecimento – A ideia empreendedora dos jovens já trouxe grandes resultados, tanto que a Fluke venceu a seletiva nacional da International Business Model Competitions (IBMC) 2018. Agora, eles serão os responsáveis por representar o Brasil na etapa mundial da competição que contará com outros 39 países e será realizada na cidade de Provo, em Utah, nos Estados Unidos. O evento é organizado pela Universidade Brigham Young.

Só que para viajarem ao país norte-americano os jovens estão realizando uma campanha de financiamento coletivo na internet. Quem puder contribuir pode acessar o seguinte link. Os estudantes precisam de pouco mais de R$ 30 mil para arcar com todos os gastos da viagem, e as contribuições podem ser feitas online até o dia 24 de abril. No momento, os integrantes da Fluke já estão negociando com algumas operadoras e em busca de investidores para a empresa. A previsão é de que a startup de São Carlos comece a operar em 2019.

Além de Marcos, Yuki e Matheus, também fazem parte da equipe Vinícius Ito, estudante do curso de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da USP, Leonardo Santos, aluno de administração da FGV e Augusto Pinheiro, que estuda Ciências de Computação na Unip.

Texto e fotos: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL

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Assessoria de Comunicação do SEL
Telefone: (16) 3373-8740
E-mail: comunica.sel@usp.br

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Venha conhecer os cursos que a USP oferece no interior: visite a feira em São Carlos

Feira USP e as Profissões acontecerá dias 22 e 23 de junho no campus da USP, em São Carlos, e reunirá unidades de Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga e Ribeirão Preto


Na visita ao estande do ICMC, estudantes poderão esclarecer as dúvidas e
entender as diferenças entre os cursos oferecidos pelo Instituto

Estudantes do ensino médio e vestibulandos que desejam conhecer melhor os cursos de graduação oferecidos pela USP não podem perder a oportunidade de participar da 15ª Feira USP e as Profissões – Campi Interior. O evento gratuito será realizado nos dias 22 e 23 de junho, na área 2 do campus da Universidade, em São Carlos. Para participar, basta se inscrever no site da feira.

A estimativa é de que o evento reúna cerca de 15 mil visitantes em busca de informações sobre os diversos cursos de graduação oferecidos pela USP no interior do Estado de São Paulo. Alunos, professores e funcionários do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) estarão presentes no evento para esclarecer as dúvidas dos estudantes sobre os oito cursos de graduação oferecidos pela unidade nas áreas de computação, matemática e estatística.

Além disso, serão oferecidas atividades interativas, culturais e complementares, como shows e palestras, que possibilitarão aos participantes entrarem em contato com a vida universitária. O visitante encontrará, ainda, informações sobre as formas de ingresso, os programas de apoio à permanência estudantil, as possibilidades de atividades extracurriculares, o mercado de trabalho, entre outras.

Os estudantes interessados, bem como pais e professores podem realizar as inscrições para a feira por meio do formulário eletrônico disponível neste link: http://prceu.usp.br/uspprofissoes.

Uma gigante no interior – A USP oferece 66 cursos de graduação e 3.545 vagas no interior do Estado de São Paulo. Nesta edição da feira, participarão unidades de ensino e pesquisa localizadas nos campi de Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos. Realizado anualmente, o evento conta com duas edições, sendo uma na capital e outra em um campus do interior, em rodízio.

A iniciativa é da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), por meio do Programa USP e as Profissões, e, este ano, conta com a parceria do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do Campus de São Carlos.

“A feira é importante por propiciar uma maior interação entre a Universidade e o seu principal público-alvo, que são os estudantes do ensino médio", explica o coordenador do evento, Eduardo Nobuhiro Asada, professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). "É também uma excelente oportunidade para a população de São Carlos e região conhecer os campi da USP”, completa o docente.

Durante a feira, os objetos do Laboratório de Ensino de Matemática do ICMC atraem a atenção dos jovens

Sobre São Carlos – Reconhecido por sua excelência nas áreas de ciências exatas, tecnológicas e sociais aplicadas, o campus da USP em São Carlos é formado pelo ICMC, pela EESC, pelo Instituto de Física de São Carlos (IFSC), pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC) e pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU), além de possuir órgãos de serviço e de apoio.

Implantado há mais de 60 anos, o campus está dividido em quatro grandes áreas, sendo que as atividades acadêmicas acontecem predominantemente em duas delas: uma localizada na região central da cidade e outra no bairro Santa Angelina. A projeção do ensino e da pesquisa realizados na USP em São Carlos foi um dos grandes fatores que contribuíram para que a cidade recebesse o título nacional de capital da tecnologia.

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação do ICMC com informações do Jornal da USP e da Assessoria da Prefeitura do Campus de São Carlos

15ª Feira USP e as Profissões – Campi Interior
Quando: 22 e 23 de junho
Onde: área 2 do campus da USP, em São Carlos, na avenida João Dagnone, 1100, jardim Santa Angelina
Inscrições: gratuitas pelo site http://prceu.usp.br/uspprofissoes
Dúvidas: divisão de ação cultural da PRCEU - (11) 3091.3511/3091-3513
E-mail: uspprofi@usp.br

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Feira de estudantes: USP São Carlos participa da 19ª Expo CIEE

Torre de Hanói é uma das atrações do estande do ICMC

Apresentar ao público informações sobre carreiras, vestibular e profissões, motivando-o a fazer parte da Universidade de São Paulo. Esse é o principal objetivo da USP ao participar da 19ª Feira do Estudante – Expo CIEE 2016, que começou nesta sexta-feira, 20 de maio, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e prossegue até domingo, dia 22 de maio.

Durante o evento gratuito, que é uma iniciativa do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), os estudantes podem se cadastrar para oportunidades de estágio e aprendizagem, participar de oficinas de capacitação e simulações de dinâmica de grupo, processos seletivos, entre outras atrações. A feira conta com shows gratuitos, 100 palestras, 75 estandes de empresas com serviços exclusivos para os jovens, 5 mil vagas de estágio e 2 mil de aprendizagem. As inscrições podem ser feitas pelo site www.ciee.org.br.

“Trata-se de um evento de grande porte que atrai um público muito grande de jovens estudantes, especialmente do ensino médio. Levar informações sobre nossos cursos é de grande interesse, pois podemos atingir um número expressivo de possíveis ingressantes para nosso campus. Nossa participação no CIEE complementa as atividades de extensão promovidas pela USP, como visita monitorada e feiras de estudantes”, afirma Valtencir Zucolotto, presidente do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do campus e docente do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) marca presença no evento com um estande onde os futuros universitários podem conhecer os diferentes cursos oferecidos, esclarecer as dúvidas e descobrir as possibilidades de atividades acadêmicas e profissionais. Além disso, os estudantes podem quebrar cabeça com diversos objetos da área de educação matemática, tal como a Torre de Hanói. Também está sendo distribuído o guia Faça parte do futuro, criado pelo Instituto especialmente para esclarecer as dúvidas dos vestibulandos. O material também está disponível online em PDF e no ISSUU

A Escola de Engenharia de São Carlos, o Instituto de Física de São Carlos e o Instituto de Química de São Carlos são as outras unidades do campus que estão participando do evento (leia mais).



Por Assessorias de Comunicação do campus

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Site do evento: www.ciee.org.br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Equipe de aluno do ICMC vence Hackathon promovido pela Globo

Junto com mais quatro colegas de equipe, Bruno Lemos ganhou uma viagem de três dias para o Vale do Silício depois de criar um projeto de GIFs animados

Bruno Lemos: vitória foi comemorada com mergulho na famosa piscina do Big Brother Brasil

Ele cursa Sistemas de Informação no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, em São Carlos. No último final de semana, dias 9 e 10 de abril, Bruno Lemos estava no Rio de Janeiro, especificamente dentro da casa do Big Brother Brasil, participando de uma competição de programação. Depois de 33 horas trabalhando no desenvolvimento de um projeto junto com mais quatro competidores, conquistou o primeiro lugar no hackathon promovido pela Globo. O prêmio: uma viagem de três dias para o Vale do Silício, nos Estados Unidos.

"Ir para o Vale do Silício é um sonho que tenho há muitos anos", revela Lemos, que tem apenas 23 anos. Berço de grandes empresas de tecnologia como Google e Microsoft, o Vale do Silício também é o mais famoso ecossistema de startups do mundo. Além do aluno do ICMC, fizeram parte da equipe vencedora os competidores Ezequiel França, Fábien Oliveira, Guilherme Gonzalez e Ivan Seidel. Juntos, eles criaram o projeto GINFO, que propõe uma nova experiência de consumir conteúdos relacionados à área de jornalismo, esporte e entretenimento. Aliás, o tema da competição era exatamente o futuro da produção e distribuição desse tipo de conteúdo.

Os cinco membros da equipe vencedora criaram o projeto GINFO

Lemos explica que os GIFs animados têm sido muito usados na web como divertimento, mas que também podem transmitir conteúdo de qualidade. O projeto desenvolvido pela equipe propõe a utilização de ferramentas da área de inteligência artificial e mineração de dados para gerar automaticamente esses GIFs. “Essa proposta é essencial para a Globo, que publica centenas de novas notícias por dia. Dessa forma, quando a empresa compartilhar um link no Facebook, por exemplo, será criado um GIF com um resumo do conteúdo”, conta o estudante do ICMC.

Lemos argumenta que o projeto propõe uma nova experiência de consumir conteúdos, já que um GIF animado possibilita ao público adquirir mais informações em menos tempo. “O objetivo não é substituir a notícia em texto, mas funcionar como um chamariz para gerar interesse e levar a pessoa ao conteúdo original, caso ela queira se aprofundar”, acrescenta o aluno. 

Para criar o projeto, a equipe criou um algoritmo capaz de ler noticias, analisar o conteúdo e gerar o GIF automaticamente, com o resumo da informação, incluindo somente os trechos mais importantes. “Durante o Hackathon, utilizamos a API do Globo Esporte para obter as informações sobre os jogos. Porém, o projeto pode ser aplicado a qualquer tipo de notícia”, completa o estudante.

No total, 1.984 participantes se inscreveram no Hackathon Globo 2016, mas apenas 50 foram selecionados para participar da competição. O processo seletivo levou em conta aspectos como análise de currículo, projetos já realizados, prêmios recebidos e uma entrevista por telefone. Os 50 selecionados foram separados em 10 equipes de acordo com as ideias e especializações.

Além de estudar no ICMC, Lemos é hoje desenvolvedor na startup Easy Carros. Ele desenvolve softwares desde os 12 anos de idade e já participou de oito hackathons, conquistando o primeiro lugar em quatro deles. Em dezembro, esteve em Miami na Hackathon Code4Inclusion MasterCard.

Ir para o Vale do Silício é um sonho de Bruno há muitos anos

Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação do ICMC/USP
Com informações do site Techtudo

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Reportagem Techtudo e vídeo:
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segunda-feira, 21 de março de 2016

USP São Carlos receberá estudantes para visita monitorada no dia 12 de abril

No ano passado, estudantes lotaram o Salão de Eventos da USP, em São Carlos

Fornecer informações qualificadas para que os estudantes do ensino médio possam escolher uma carreira profissional com mais segurança e facilidade. Esse é o principal objetivo da visita monitorada que acontecerá no campus da USP em São Carlos, no próximo dia 12 de abril, em dois horários: às 9 horas e às 14 horas.


A visita monitorada é uma oportunidade para que os estudantes conheçam professores e alunos da USP em São Carlos e obtenham informações sobre as perspectivas para a carreira de quem escolhe um dos 23 cursos de graduação oferecidos pelo campus. Serão apresentadas as principais atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas e alguns dos espaços físicos da Universidade.

A iniciativa faz parte do Programa USP e as Profissões, coordenado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, e é promovida pelo Grupo Coordenador de Atividades de Cultura e Extensão do Campus da USP em São Carlos.

As inscrições para visitas em grupo e individuais são gratuitas e poderão ser realizadas por professores, estudantes e pais a partir do dia 29 de março, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, no site www.prceu.usp.br/uspprofissoes.

Visita Monitorada ao Campus da USP em São Carlos
Quando: 12 de abril, terça-feira, às 9 horas e às 14 horas
USP em São Carlos, Campus 1, acesso pela Rua dos Inconfidentes, 85
Entrada gratuita
Mais informações: (11) 3091-3511 e 3091-3513

Venha aprender programação no ICMC: inscrições abertas para o Projeto Codifique

Esta é a turma que participou do projeto no segundo semestre do ano passado

Você que está no ensino médio ou fazendo cursinho e quer aprender sobre programação pode se inscrever, até o dia 3 de abril, no Projeto Codifique, realizado por alunos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. O curso é gratuito e oferece 40 vagas.

O Codifique é um curso de programação básica em que o participante não precisa ter conhecimento prévio sobre o assunto. São apresentados temas relacionados a lógica e resolução de problemas, conceitos que podem ser aplicados no dia a dia. Atualmente, o curso é ministrado em JavaScript, linguagem muito utilizada na web e em tablets e celulares. 

“Eu não sabia nada de programação, mas sempre tive interesse em criptografia. Então, um amigo me recomendou que me inscrevesse no Codifique”, diz Camila Barros que participou do curso no segundo semestre de 2015. “Eu gostei bastante da experiência e recomendo para quem tiver interesse. Os professores ensinavam de um jeito fácil de entender e de aplicar. Havia vários monitores em sala de aula e nós ficávamos bem amparados”, completa.

No total, o projeto compreende 12 aulas, que acontecem sempre às quartas-feiras, das 16 às 19 horas. O curso terá início dia 6 de abril e ocorrerá no ICMC, no campus I da USP em São Carlos. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível neste link: icmc.usp.br/e/4ce4c.

“Acredito que o projeto ajude bastante os participantes, pois, muitos deles, chegam aqui ainda sem saber o que realmente querem”, afirma Raul Rosa, que é aluno do curso de Ciências de Computação do ICMC e um dos coordenadores do projeto. “Para nós, que somos alunos, é diferente virar professor, conseguimos ver o outro lado. Nossa maior desafio é tentar passar o conteúdo de uma forma que todos entendam”, finaliza.



Trajetória – Os primeiros passos do Codifique foram dados no segundo semestre de 2013, quando foi oferecido um curso baseado na linguagem de programação C. Buscando aumentar a motivação dos estudantes, no primeiro semestre de 2014, as aulas passaram a ser focadas na linguagem JavaScript, que é mais simples e está integrada em todos os navegadores web.

Entre os professores que dão aula no Codifique estão alunos do ICMC voluntários e também aqueles que participam do Programa de Educação Tutorial (PET-Computação) do Instituto. Segundo esses professores, trata-se de uma oportunidade para adquirir experiência acadêmica, preparando e ministrando as aulas. Na opinião deles, é gratificante observar a evolução dos estudantes ao longo do Codifique, que é um projeto de extensão do Instituto.

Texto: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação ICMC/USP
Fotos: Reinaldo Mizutani - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Mais informações
Inscrições: até 3 de abril no link icmc.usp.br/e/4ce4c
Aulas: às quartas-feiras, das 16 às 19 horas, começando dia 6 de abril.
Onde: no ICMC, campus I da USP em São Carlos, Avenida Trabalhador são-carlense, 400.
Público-alvo: alunos do ensino médio e de cursinho (tanto de escolas particulares quanto públicas) que não tenham experiência em programação e possuam interesse pela área de computação.
Custo: gratuito
Telefone: (16) 3373-9703
E-mail: pet.codifique@gmail.com