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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Oficinas gratuitas de origami: atividades recomeçam dia 13 no ICMC

Aprenda a arte de dobrar papéis nas oficinas que acontecem a cada quinze dias na Biblioteca Achille Bassi 

Arte milenar das dobraduras, o origami também é uma atividade que estimula a criatividade e a sensibilidade
A partir da próxima terça-feira, 13 de agosto, as oficinas quinzenais de origami voltarão a acontecer na Biblioteca Achille Bassi, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Gratuitas e abertas a todos os interessados, as oficinas são realizadas no terceiro piso da Biblioteca, sempre das 19 às 21 horas.

Para participar, basta se inscrever por meio deste formulário eletrônico: icmc.usp.br/e/a31fa. As oficinas são uma iniciativa do grupo Kakushin, que divulga a arte das dobraduras promovendo eventos e exposições, e serão ministradas por Fernanda Yuka Ueno, recém-formada em Matemática Aplicada e Computação Científica no ICMC, e Caio Silva Ramos, doutorando em Engenharia de Estruturas na Escola de Engenharia de São Carlos.

Gratuitas e abertas a comunidade, oficinas de origami acontecem quinzenalmente, às terças-feiras, das 19 às 21 horas, no terceiro piso da Biblioteca Achille Bassi

Criado em 2008, o Kakushin é composto por 12 integrantes de várias idades, que se subdividem em duas equipes, uma atuando em São Carlos e outra em Ribeirão Preto. Além de oficinas, o grupo elabora projetos de decoração e realiza exposições de peças com diversos níveis de complexidade, que desafiam a mente e impressionam observadores. 

Texto: Marília Calábria - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

Oficinas de origami no ICMC
Quando: de 13 de agosto até 19 de novembro, a cada quinze dias, às terças-feiras, sempre das 19 às 21 horas
Onde: piso 3 da Biblioteca Achille Bassi, na área I do campus da USP, no centro de São Carlos
Endereço: avenida Trabalhador São-carlense, 400, no centro da cidade (clique para acessar o mapa)
Página do grupo Kakushin no Facebook: https://www.facebook.com/KakushinOrigami
Mais informações: (16) 3373.9634 ou kakushinorigami@gmail.com

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Mostra de origami na Biblioteca do ICMC: visite até dia 5 de julho

A arte milenar japonesa ganha exposição no Instituto; mostra acontece até 5 de julho

Dá para acreditar que a luminária da imagem tem estrutura de papel? 

Até a próxima sexta-feira, 5 de julho, 122 obras de arte em papel tomam conta da vitrine da Biblioteca Achille Bassi, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. A exposição de origamis, a famosa arte das dobraduras, é fruto das oficinas gratuitas promovidas pelo grupo Kakushin no Instituto.

Em abril, oficinas gratuitas de origami começaram a colorir o terceiro piso da Biblioteca. Realizadas quinzenalmente às terças-feiras à noite, das 19 às 21 horas, essas atividades levaram os participantes a confeccionarem inúmeros trabalhos e 73 deles podem ser conferidos na exposição que toma conta da vitrine da Biblioteca.

Além desses trabalhos, estão expostas mais 49 obras dos membros do grupo Kakushin, que atua desde 2008 difundindo a cultura do origami em São Carlos e Ribeirão Preto. Além realizar oficinas, o grupo produz peças de diversos níveis de complexidade e aplicação, da decoração ao lúdico, desafiando a mente dos participantes de suas atividades e dos que visitam as exposições.

No ICMC, as oficinas foram ministradas por Fernanda Yuka Ueno, formada em Matemática Aplicada e Computação Científica do ICMC, e Caio Silva Ramos, doutorando em Engenharia de Estruturas na Escola de Engenharia de São Carlos.

Como as obras estão na vitrine da Biblioteca, podem ser visitadas a qualquer hora até o dia 5 de julho
Texto: Assessoria de Comunicação do ICMC/USP
Fotos: Reinaldo Mizutani - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP


Exposição Kakushin Origami
Quando: até sexta-feira, 5 de julho  
Onde: na Biblioteca Achille Bassi, na área I do campus da USP, no centro de São Carlos 
Endereço: avenida Trabalhador São-carlense, 400, no centro da cidade (clique para acessar o mapa
Página do grupo Kakushin no Facebook: https://www.facebook.com/KakushinOrigami 
Mais informações: (16) 3373.9634 ou kakushinorigami@gmail.com

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dobrar papel é uma arte: participe de oficinas gratuitas de origami na USP

Atividades serão realizadas quinzenalmente, nas noites de terça-feira, na Biblioteca Achille Bassi, em São Carlos

Atividades serão ministradas por dois membros do grupo de origami Kakushin, que já realizou diversas exposições de suas incríveis dobraduras
(crédito da imagem: Denise Casatti)

A partir do dia 9 de abril, terça-feira, a arte tradicional japonesa de dobrar papéis será uma das atrações da Biblioteca Achille Bassi, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. É quando as oficinas gratuitas de origami começarão a colorir o terceiro piso da Biblioteca. As atividades são abertas a todos os interessados e serão realizadas das 19 às 21 horas, sempre às terças-feiras, a cada 15 dias. 

Organizadas pelo grupo Kakushin, que realiza eventos variados para desenvolver e divulgar a arte milenar do origami, as oficinas serão ministradas por Fernanda Yuka Ueno, recém-formada em Matemática Aplicada e Computação Científica no ICMC, e Caio Silva Ramos, doutorando em Engenharia de Estruturas na Escola de Engenharia de São Carlos. Para participar, basta comparecer no dia da oficina, não sendo necessária inscrição prévia. A atividade faz parte das iniciativas realizadas pela Biblioteca para se aproximar da comunidade são-carlense. 

As oficinas serão realizadas das 19 às 21 horas, sempre às terças-feiras, a cada 15 dias
(crédito da imagem: divulgação Kakushin)

Criado em 2008, o Kakushin é composto por 12 integrantes de várias idades, que se subdividem em duas equipes, uma atuando em São Carlos e outra em Ribeirão Preto. Além de ministrar oficinas, o grupo elabora projetos de decoração e faz exposições de peças com diversos níveis de complexidade, que desafiam a mente e impressionam observadores. 

Texto: Assessoria de Comunicação do ICMC/USP 

Peças com alto nível de complexidade são destaque nas exposições do grupo
(crédito da imagem: Denise Casatti)

Oficinas de origami no ICMC 
Quando: a partir de 9 de abril, a cada quinze dias, às terças-feiras, sempre das 19 às 21 horas 
Onde: na Biblioteca Achile Bassi, na área I do campus da USP, no centro de São Carlos 
Endereço: avenida Trabalhador São-carlense, 400, no centro da cidade (clique para acessar o mapa
Página do grupo Kakushin no Facebook: https://www.facebook.com/KakushinOrigami 
Mais informações: (16) 3373.9634 ou biblio@icmc.usp.br

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Por que é preciso repensar as técnicas de ensino da matemática?

Pesquisas têm mostrado que a aversão à matemática pode estar intimamente relacionada à maneira como ela é apresentada

O origami pode tornar as aulas de geometria mais interessantes
(crédito da imagem: Reinaldo Mizutani)

É bastante comum vermos pessoas afirmando que não gostam de matemática. Provavelmente, você conhece várias – e pode até mesmo ser uma delas. Claro, não há problema algum em não ter afinidade com a matemática (ou com qualquer outra área do conhecimento). A questão é que, muitas vezes, esse desinteresse é causado pela forma como o conteúdo nos é ensinado e isso faz com que muitos estudantes se distanciem dessa ciência sem sequer terem a chance de conhecê-la com mais profundidade.

Professor da University of Frankfurt, David Kollosche pesquisou, na Alemanha, as razões desse distanciamento, quais seus riscos e como esses estudantes se sentem com relação à matemática. Ele apresentou seu estudo, intitulado Auto-exclusion in mathematics education (auto-exclusão na educação matemática), no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, no fim de setembro. Apesar de ter sido aplicado na Alemanha, o professor afirma que os resultados obtidos na pesquisa podem ser semelhantes em outros lugares do mundo.

Segundo ele, o medo que muitos estudantes estabelecem com a matemática pode até resultar em uma relação de dominação. “Um grande grupo de pessoas aprende que a matemática não é para elas. Silenciar pessoas dessa forma pode servir como função sociopolítica e econômica”, afirma.

Em sua pesquisa, realizada com 199 estudantes do ensino fundamental, ele constatou que mais de um terço dos estudantes têm uma relação negativa com a matemática. Essa negatividade pode levar à chamada auto-exclusão, que inclui três categorias de distanciamento do aluno da educação matemática: a exclusão física, quando o aluno deixa de ir às aulas; a passividade intelectual, quando ele apenas “passa” pelas aulas; e a de incapacidade, que é quando o estudante assume que não tem habilidade matemática.

Com o questionário aplicado aos estudantes durante a pesquisa, David identificou as razões pelas quais os alunos não gostam da área e, consequentemente, os motivos pelos quais se auto-excluem da matemática. “Uma prática de ensino humilhante ou sua falta de individualização pode levar à auto-exclusão, que acaba sendo intensificada pela forma de ensino”, explica David.

Então, se o problema está na escola, como pensar em formas de melhorar o ensino e deixar a matemática mais interessante para os estudantes? O que está sendo estudado nessa área para que os alunos não se auto-excluam antes de terem a chance de conhecê-la?

David veio ao ICMC em setembro e apresentou os resultados
de sua pesquisa sobre auto-exclusão na matemática
(crédito da imagem: Alexandre Wolf)

Explorar sem sair da escola - Quando uma professora do ensino fundamental sentiu que seus alunos estavam pouco participativos nas aulas, percebeu que era hora de agir e mudar. Estamos falando de Lucimar Mascarin, que é professora de matemática em uma escola estadual de Divinolândia, no interior de São Paulo, e formou-se no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT), no ICMC, em setembro deste ano.

Em sua tese, ela realizou uma pesquisa-ação com alunos do 9º ano de sua escola, em que desenvolveu técnicas lúdicas e exploratórias para melhorar o ensino matemática. Mais do que mostrar que é preciso mudar algumas técnicas de ensino, sua tese demonstra que não precisam ser realizadas atividades complexas para aumentar o engajamento dos alunos. A escolha da classe foi feita com base em dois motivos: a dificuldade em aprender matemática e o desejo de ter aulas diferentes. “No geral, eram alunos que, em questão de aprendizagem, apresentavam grande potencial de evolução. A sala iniciou o ano letivo com pouca participação, mas após alguns meses já conseguiam se organizar melhor e participar da rotina”, afirma Lucimar.

O enfoque de sua pesquisa foi a trigonometria e, para isso, ela desenvolveu diversas iniciativas. Entre elas, estava a criação de triângulos em papel para compreender os conceitos de relação entre triângulos e a realização de atividades experimentais fora da sala de aula. Ela levou os alunos para diversos lugares da escola com o objetivo de medirem a altura das construções e postes, utilizando um teodolito confeccionado pelos próprios estudantes. Com as informações adquiridas, eles voltaram à sala de aula para realizarem os cálculos e, assim, comprovarem teorias.

Lucimar também convidou o pai de um dos alunos, que é marceneiro, para explicar como utiliza conceitos matemáticos em sua profissão. “Com essas atividades, os alunos puderam relacionar a trigonometria com problemas da vida prática, gerando significados culturais para os conhecimentos escolares. Além disso, com as entrevistas, puderam confirmar o uso da matemática na prática profissional”, explica.

Fora da sala de aula, a professora também fez com que os alunos medissem superfícies circulares, para que calculassem circunferência e diâmetro e, assim, compreendessem a teoria na prática. Já dentro da sala de aula, Lucimar levou o jogo “trigominó”, uma espécie de dominó onde as peças possuem funções trigonométricas.

Entretanto, apesar dos resultados positivos, Lucimar alerta para a forma com os métodos devem ser empregados: “esse tipo de abordagem toma um tempo considerável para trabalhar os conteúdos matemáticos. Por isso, devem ser mesclados a outras metodologias, pois cada uma tem seu benefício. Cabe ao bom professor diagnosticar, avaliar e tomar essas decisões”.

Alunos de Lucimar jogam o trigominó
(crédito da imagem: arquivo pessoal)

Geometria na palma da mão - Outra pesquisa que apresentou técnicas alternativas de ensino e também foi realizada no ICMC durante o PROFMAT foi a de Marília Tridapalli. Ela se formou no mestrado em março deste ano e apresentou um trabalho com práticas de ensino de geometria utilizando origami modular.

Para promover a aprendizagem da geometria, ela utilizou o origami, que pode ser um recurso manipulável bastante eficaz. “O aluno precisa ter o contato com as formas geométricas que constam nos livros didáticos para que concretize aquela ideia que, até então era abstrata, pois estava apenas desenhada”, diz a pesquisadora, que montou os chamados poliedros de Platão utilizando origamis modulares, que são formados pelo encaixe de vários papéis iguais ou simétricos.

Marília acredita que os resultados obtidos com o origami modular podem contribuir muito para o ensino da geometria no ensino fundamental, porque desperta o interesse e a curiosidade dos alunos por meio de objetos manipuláveis e elaborados por eles mesmos. “O professor pode criar suas próprias práticas e diversificar suas aulas. As sugestões são uma pequena parte do grande leque de possibilidades de aplicação desses objetos”, conclui a professora.

Marília durante a defesa de seu mestrado no PROFMAT
(crédito da imagem: Denise Casatti)
Texto: Alexandre Wolf - Assessoria de Comunicação do ICMC

ESTA REPORTAGEM FAZ PARTE DO ESPECIAL DO JORNAL DA USP
"A MATEMÁTICA ESTÁ EM TUDO": http://jornal.usp.br/especial/matematica/

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Biblioteca do ICMC recebe exposição e oficina de origami


Com o objetivo de divulgar a arte do origami e a cultura japonesa, a Biblioteca Achille Bassi, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, recebe uma exposição de origamis até o dia 17 de novembro.

A exposição é organizada pelo grupo Kakushin, que realiza eventos e atividades variadas para difundir a arte japonesa do origami. Além da exposição, o grupo ministrará uma oficina gratuita de origami no dia 8 de novembro, das 19 às 21 horas, no piso 3 da Biblioteca. Para participar, é preciso apenas comparecer no dia da oficina, não sendo necessária inscrição prévia. As atividades fazem parte da 20ª Semana do Livro e da Biblioteca da USP.

A Biblioteca Achile Bassi fica localizada na área I do Campus da USP, no centro de São Carlos. As visitas à exposição podem ser realizadas de segunda a sexta, das 8 às 21h30, e aos sábados, das 9 às 12 horas.

Veja algumas fotos da exposição no Flickr e no Facebook!

Mais informações
Página do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/KakushinOrigami
Biblioteca Achile Bassi: (16) 3373.9634
E-mail: biblio@icmc.usp.br

segunda-feira, 31 de julho de 2017

ICMC oferece vagas em oficina de origami para professores de ensino básico

Atividade gratuita faz parte da programação do Simpósio de Matemática para a Graduação 


Professores da rede pública poderão participar gratuitamente de uma oficina de origami que será realizada na USP em São Carlos. A atividade será promovida pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) no dia 23 de agosto, das 14h às 17h, e está inserida na programação do 20º Simpósio de Matemática para a Graduação (SiM). O objetivo do evento é disseminar e despertar o interesse pela matemática.

Há 20 vagas disponíveis para o público geral, sendo que a prioridade na inscrição é para professores da rede pública de ensino. A atividade será ministrada pelo professor Lee Yun Sheng, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

Para se inscrever, é preciso preencher o formulário online disponível em icmc.usp.br/e/ccc74 até o dia 11 de agosto ou enquanto houver vagas. Os participantes precisam trazer lápis, borracha, apontador, régua e tesoura sem ponta.

Texto: Alexandre Wolf / Foto: Denise Casatti (Assessoria de Comunicação do ICMC)

Mais informações
Formulário de inscrição: icmc.usp.br/e/ccc74
Comissão de Cultura e Extensão: (16) 3373.9146
E-mail: ccex@icmc.usp.br

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Feliz Veterano Novo: abertura conjunta, mostra tecnológica, oficina de origami e apresentações agitam recepção aos calouros

Cerimônia de boas-vindas: pela primeira vez foi realizada em conjunto pelas unidades do campus
Eles disputaram uma das 11.057 vagas oferecidas pela USP aos 141.888 candidatos que se inscreveram no vestibular da FUVEST. Mil deles foram aprovados nos cursos de graduação oferecidos nas unidades da USP em São Carlos. Entre esses, 235 são novos alunos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

Parabenizá-los pela grande conquista e integrá-los à nova comunidade da qual passam agora a fazer parte foram os principais objetivos das atividades realizadas durante a Semana de Recepção aos Calouros. O primeiro passo da nova jornada desses alunos recém-chegados aconteceu na manhã de segunda-feira, 23 de fevereiro, no salão de eventos do campus. 

“Vocês terão a oportunidade de se desenvolver intelectualmente, adquirir habilidades e competências nas mais diversas áreas do saber. Também serão instigados a compreender, avaliar e gerar conhecimentos”, disse o pró-reitor de graduação da USP, Antonio Carlos Hernandes, durante a cerimônia de boas-vindas, realizada pela primeira vez em conjunto pelas cinco unidades que compõem o campus da USP em São Carlos.

“Tenho orgulho e alegria de dizer que o ICMC participará da formação de todos vocês: quer seja ministrando disciplinas de formação básica, quer seja por meio dos cursos de graduação que oferecemos”, ressaltou o diretor do Instituto, Alexandre Nolasco de Carvalho.

O evento também contou com a participação do vice-prefeito do campus, Antônio Nélson Rodrigues da Silva; do vice-diretor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Eduvaldo Paulo Sichieri, e dos demais diretores das unidades da USP em São Carlos: Paulo Sérgio Varoto, da Escola de Engenharia de São Carlos; Tito José Bonagamba, do Instituto de Física de São Carlos; e Germano Tremiliosi Filho, do Instituto de Química de São Carlos.

Atividades no ICMC – Logo depois da abertura conjunta, os pais dos ingressantes no ICMC participaram de uma reunião no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, onde puderam esclarecer suas dúvidas. “Desejo a vocês um bom começo de nova jornada e que possam interagir muito com seus filhos, pois é importante que esse rito de passagem seja realizado de forma tranquila”, disse a presidente da Comissão de Graduação do ICMC, professora Renata Pontin.

Recepção aos calouros também contou com atividade para os pais
As atividades continuaram na noite de segunda-feira, quando os ingressantes dos cursos noturnos oferecidos pelo ICMC receberam as boas-vindas do professor Alexandre Nolasco de Cavalho e da professora Renata Pontin.

Já na terça-feira pela manhã, foi o momento dos calouros conhecerem mais detalhes sobre a vida acadêmica. A presidente da Comissão de Graduação do ICMC destacou a necessidade da constante dedicação aos estudos para que os estudantes mantenham boas médias e concorram às inúmeras oportunidades de obtenção de bolsas, por exemplo.

Nesse dia, também foram apresentadas as diversas atividades extracurriculares que os calouros poderão realizar atuando junto às secretarias acadêmicas (Sacim e Saecomp), a grupos de extensão (Fellowship of The Game; Warthog Robotics; Programa de Educação Tutorial) ou na ICMC Júnior. Além disso, eles conheceram melhor a Biblioteca Achille Bassi, a infraestrutura disponibilizada pelo Instituto em seus laboratórios, na área de comunicação e eventos, os serviços oferecidos na Unidade Básica de Saúde (UBAS) do campus, as oportunidades de intercâmbio internacional e de bolsas de iniciação científica.

Para encerrar a manhã, uma mostra tecnológica trouxe aos ingressantes um panorama do rico universo científico existente no ICMC. Em estandes localizados no hall da Biblioteca, os calouros puderam conversar diretamente com pesquisadores, alunos e funcionários, ouvindo a boa música do funcionário Erick Previato.

Universo científico ao alcance dos calouros durante a mostra tecnológica
Já à noite, a grande atração foi uma oficina de origami, ministrada por integrantes do grupo Kakushin, da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de São Carlos. Os trabalhos do grupo estão expostos na Biblioteca Achille Bassi até 11 de abril.

Os origamis coloriram a noite dos calouros na terça-feira

Histórias de calouros – Aos 17 anos e sozinho, ele saiu de Alvorado do Oeste, no interior de Rondônia, na noite de domingo, 8 de fevereiro. De ônibus e parando em diversas rodoviárias para conseguir transpor os quase 2,4 mil quilômetros que o separava de seu destino, a USP em São Carlos, o calouro Elenilson Lopes chegou ao ICMC para fazer sua matrícula na manhã do dia 11 de fevereiro, quarta-feira. Aprovado no curso de Matemática Aplicada e Computação Científica, ele cursou todo o ensino médio e fundamental em escolas públicas. 

“As pessoas falam que sempre é necessário fazer um cursinho pré-vestibular para entrar aqui. Mas eu tentei para ver no que ia dar e acabei passando”, revelou Lopes. Ele conta que quando estava no ensino fundamental, descobriu que um Instituto Federal no sul do Estado de Rondônia, na cidade de Colorado, oferecia um bom ensino médio: “Decidi ir para lá estudar porque tinha professores de excelente qualidade, com mestrado e doutorado, e eles me ajudaram bastante”.

Elenilson percorreu 2,4 mil quilômetros de ônibus para chegar ao ICMC
O esforço de Elenilson valeu a pena e sua história de superação é apenas uma entre as tantas outras vividas pelos 235 ingressantes nos cursos do ICMC. “Os próximos anos, certamente, estarão repletos de novos desafios, mas tenho certeza de que vocês estarão prontos para enfrentá-los”, assegura o diretor do Instituto. Ele recomenda: “Regozijem-se, celebrem! A partir de agora, vocês fazem parte da maior universidade do país”.

Se você é calouro, conte sua história de superação para a gente. Basta enviar um e-mail para agendarmos um bate-papo: comunica@icmc.usp.br

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Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Os origamis tomam conta da Biblioteca Achille Bassi

Para confeccionar a violinista com uma única
folha de papel foram necessárias 7 horas de trabalho

Uma grande curva de Gauss, uma violinista, várias caixas, flores, figuras mitológicas e muitos animais. Essa diversidade de formas, tamanhos e cores pode ser conferida na exposição "Origami: uma arte como você nunca viu!", que toma conta da Biblioteca Achille Bassi, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, a partir desta segunda-feira, 23 de fevereiro.

Realizada pelo grupo Kakushin, da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de São Carlos, a exposição é gratuita e fica em cartaz até 11 de abril. “Vamos expor origamis complexos gigantes, que começamos a produzir para que as pessoas pudessem ver melhor os detalhes dessa arte”, explica um dos coordenadores do grupo, Osmar Pinheiro. O grupo é formado por cerca de doze dobradores voluntários que se dedicam à divulgação da arte do origami.

As obras estão expostas no térreo e no primeiro andar da Biblioteca Achille Bassi e as visitas podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h30, e aos sábados, das 9 às 12 horas. A Biblioteca Achille Bassi fica no ICMC, no campus I da USP, no centro de São Carlos, na avenida Trabalhador são-carlense, 400.



Oficina – O grupo Kakushin também oferecerá uma oficina de origami na noite da próxima terça-feira, 24 de fevereiro, a partir das 20h30, na sala 4-003 no ICMC. A oficina é gratuita, mas como as vagas são limitadas, é preciso realizar inscrição previamente por meio de formulário eletrônico disponível neste link: icmc.usp.br/e/f757a

A oficina e a exposição estão sendo promovidas com o apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC.



Texto e fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação do ICMC

Mais informações
Secretaria da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC: (16) 3373.9146
E-mail: ccex@icmc.usp.br