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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Participe do Coral da USP São Carlos: inscreva-se até 28 de fevereiro


Iniciativa gratuita para quem deseja soltar a voz, Coral realiza ensaios sempre às quintas-feiras, das 12h30 às 13h45 

Iniciativa é aberta à participação de todos os interessados, não é necessário ter qualquer vínculo com a USP 

Se você adora cantar e quer um ótimo passatempo para relaxar, pode fazer parte do Coral da USP São Carlos. A iniciativa conta com participantes da comunidade são-carlense, além de funcionários, professores e alunos do campus. 

Para participar do processo seletivo do coral, é preciso ter acima de 15 anos. As inscrições podem ser realizadas até 28 de fevereiro por meio do formulário eletrônico disponível neste endereço: icmc.usp.br/e/6d267

A seleção será efetuada por meio de uma análise e classificação vocal, a ser agendada posteriormente com os inscritos via e-mail ou celular. Apenas os que não atingirem o mínimo de percepção auditiva serão reprovados. Os selecionados deverão participar dos ensaios às quintas-feiras, das 12h30 às 14 horas, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano (sala 6-000), no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, no centro de São Carlos.

História - A trajetória do coral começou em outubro de 2015 a partir de uma ação promovida pela Comissão de Ação e Integração Social do ICMC. Desde então, o grupo é coordenado e regido pelo maestro Sergio Alberto de Oliveira, fundador do coral da USP Ribeirão Preto. Formado em Composição e Regência pela Universidade Estadual de Campinas, Oliveira possui mestrado em artes e doutorado em música pela mesma instituição e atua principalmente nos seguintes temas: canto coral, música coral, teatro musical, música popular, canção polifônica e coro cênico. 

Diretor artístico e regente titular da USP, o maestro já levou seus grupos corais a turnês e apresentações pelos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e por países como Grécia, Itália e Argentina. Também participou de congressos, palestras e apresentações na Áustria, Finlândia, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Índia. 

Para os atuais integrantes do Coral da USP São Carlos, a participação no grupo garante benefícios que não se restringem à oportunidade de soltar a voz: a atividade também contribui para a diminuição do estresse, a melhoria do relacionamento interpessoal, do trabalho em equipe, da comunicação e da disciplina. 

A iniciativa conta com o apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC e do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do campus da USP em São Carlos. 

Desde 2015, o grupo é coordenado e regido pelo maestro Sergio Alberto de Oliveira.

Crédito da imagem: divulgação Coral da USP São Carlos

Coral da USP São Carlos 
Inscrições: preencha o formulário (icmc.usp.br/e/6d267) até 28 de fevereiro. 
Ensaios: sempre às quintas-feiras, das 12h30 às 14 horas no ICMC (avenida Trabalhador são-carlense, 400, no campus I da USP, no centro de São Carlos). 
Mais informações: cais@icmc.usp.br

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Startup desenvolve recursos computacionais para tecnologias de fala

Sistema é voltado para empresas de serviços baseados em tecnologias de fala, como e-commerce, e-learning e e-banking
(crédito da imagem: espectograma da voz humana/Dvortygirl, Mysid/Wikimedia Commons)

Quando Vanessa Marquiafável Serrani ingressou no curso de Licenciatura em Letras na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em 2000, seu futuro profissional já parecia definido: seria professora de inglês. Mas sua trajetória mudou ainda na graduação durante um projeto de iniciação científica, quando conheceu o Núcleo Interinstitucional de Linguística Computacional (NILC), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Acabou trocando a carreira acadêmica pelo empreendedorismo.

Hoje Vanessa Serrani é sócia-proprietária da empresa SpeechTera Desenvolvimento de Programas para Computadores e desenvolve, com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, um projeto de criação de recursos computacionais para tecnologias de fala voltadas ao português no Brasil. O projeto já passou pela fase 1 do PIPE – teste de viabilidade -– em 2016 e está na fase 2 – que compreende o desenvolvimento da iniciativa propriamente dita –, com término previsto para 2019, quando a SpeechTera espera colocar no mercado recursos computacionais essenciais ao desenvolvimento de sistemas para síntese e reconhecimento de fala.

A linguista explica que existem diversas aplicações para esse ramo da tecnologia: criação de comandos de voz para dispositivos eletrônicos, aperfeiçoamento de pronúncia na área do ensino de idiomas, tradutores automáticos, sistemas terapêuticos para pessoas com patologias de fala, inclusão digital de pessoas com deficiências visuais ou motoras, entre outras. Para pessoas que sofrem de distúrbios da fala é possível até criar vozes personalizadas. “A voz constitui traço identitário de um indivíduo”, diz Vanessa. No entanto, por causa do alto custo dos sistemas de síntese de voz desenvolvidos no exterior, as empresas de tecnologia tendem a criar poucos tipos de vozes sintéticas – o que pode causar insatisfação e até rejeição por parte do usuário.

O desenvolvimento de uma tecnologia nacional, reduzindo os custos, pode trazer novas alternativas de vozes customizadas masculinas, femininas e infantis. “É possível, inclusive, extrair traços acústicos de pequenas amostras de fala para construir uma voz sintética personalizada para indivíduos que, dadas as dificuldades motoras, conseguem articular apenas algumas palavras ou até mesmo algumas poucas vogais”, acrescenta a pesquisadora.

Segundo Serrani, o modelo de negócios da SpeechTera será, sobretudo, business-to-business, tendo como clientes empresas desenvolvedoras de serviços baseados em tecnologias de fala, como e-commerce, e-learning e e-banking, além de hospitais, clínicas e centros de saúde. A empresa está investindo em quatro diferentes produtos: corpora de fala, modelos acústicos, modelos de pronúncia e conversores grafema-fonema. A linguista explica que os corpora (plural do latim corpus, conjunto) são as bases de dados de voz utilizadas pelos sintetizadores. “Coletamos vozes de pessoas entre 18 e 65 anos, de diversos perfis e sotaques brasileiros. Assim, quanto maior a variabilidade, melhor poderá ser o desempenho de um reconhecedor de fala.”

Já os modelos acústicos são responsáveis por determinar as características acústicas dos fonemas da língua. E os modelos de pronúncia são os dicionários fonéticos, listas de palavras às quais são associadas suas respectivas pronúncias, de acordo com um alfabeto fonético legível pelo computador. “Esses dicionários são transcritos conforme 13 diferentes sotaques brasileiros que elegemos dentre a enorme variedade existente no país”, explica Serrani.

Há, ainda, o conversor grafema-fonema: o algoritmo que transforma o texto de entrada que está no formato ortográfico convencional numa sequência de símbolos fonéticos tratáveis por computador. Segundo a pesquisadora, esses produtos poderão ser comercializados de forma individual ou separadamente.

Coleção de vozes - “Essa é uma área relativamente nova, ainda bastante carente de pesquisas. Quando descobri essa vertente fiquei muito motivada a trabalhar com tecnologia de voz”, diz Serrani. Segundo a linguista, o NILC concentra o maior grupo de pesquisa em linguística computacional no país, reunindo uma equipe multidisciplinar que inclui linguistas e cientistas da computação.

Foram pesquisadores desse laboratório que desenvolveram o corretor ortográfico do Word, processador de texto da Microsoft, num amplo projeto que contou com investimento da empresa Itautec e da FAPESP, por meio de apoio do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE), projeto desenvolvido entre 1997 e 1998 (leia mais em http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/22/id%C3%A9ia-ou-ideia/). Mais tarde, no ano de 2000, a Microsoft comprou os direitos de usar a ferramenta desenvolvida pelo laboratório, adicionando-a ao pacote Office.

O primeiro contato de Serrani com a linguística computacional foi na graduação. Depois, no intervalo entre o mestrado (concluído em 2007) e o doutorado (iniciado em 2011), a linguista teve a oportunidade de trabalhar em um projeto PIPE do engenheiro eletricista Luis Felipe Uebel, que visava ao desenvolvimento de um navegador de internet com reconhecimento e síntese de fala. “Desenvolvi um dicionário fonético para esse projeto. Eu precisava abordar pessoas na USP de São Carlos pedindo para gravar suas vozes.”

Graças a esse trabalho, Serrani adquiriu experiências que lhe foram bastante úteis quando decidiu abrir a SpeechTera em abril de 2015. Coletar vozes, por exemplo, ficou bem mais fácil: em vez de sair abordando pessoas para coletar gravações, a empresa desenvolveu um aplicativo para gravação e envio das vozes pelo smartphone.

“Basta eu enviar o link, que a pessoa pode baixar no celular para fazer a gravação”, explica. “Coletamos as vozes de 400 pessoas. Cada uma gravou um áudio de 100 frases curtas e ganhou uma ajuda de custo de R$ 30. Esse investimento (R$ 12 mil no total) foi menor do que o que gastaríamos com o pagamento de profissionais e deslocamentos no trabalho presencial e ainda economizou tempo.”

Para o desenvolvimento dos recursos computacionais, a empresa conta com uma equipe multidisciplinar que, além de linguistas, inclui profissionais de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação.

A SpeechTera é uma startup em estruturação: não tem uma sede própria – a equipe de seis pessoas trabalha em esquema de home office, nos municípios paulistas de Araras, Hortolândia, São Carlos e Araraquara – e o site da empresa ainda não está no ar. Totalmente focada no desenvolvimento dos produtos, a empresa ainda não tem receita, além do apoio da FAPESP. E mesmo antes de ter adotado qualquer estratégia de divulgação (está elaborando agora um projeto de marketing), a empresa já recebeu contatos de duas grandes empresas interessadas em adquirir recursos para o desenvolvimento de tecnologias de fala. Por isso, as expectativas são muito positivas: “Estamos cumprindo o cronograma e os objetivos propostos inicialmente para o projeto, graças à excelente equipe multidisciplinar que conseguimos construir ao longo dessa caminhada.”

No dia 4 de maio, um workshop marcou a comemoração dos 25 anos do NILC

Texto adaptado de Suzel Tunes, publicado originalmente no boletim FAPESP Pesquisa para a Inovação.


Saiba mais sobre o NILC
Site do Núcleo: http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/index.php
Lei mais: Ancestrais da inteligência artificial: rastros de uma história que está em construção 

Contato para esta pauta
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

terça-feira, 2 de maio de 2017

A voz de quem chega ao ICMC

Eles vêm de todas as partes do Brasil e também do exterior, atraídos pela excelência em ensino, pesquisa e extensão e também pela qualidade de vida de São Carlos



Se Ana Carolina Fainelo, de apenas 17 anos, decidisse sair de São Carlos a pé para visitar os pais, andando a uma velocidade média de 4 quilômetros por hora, ela caminharia durante 29 dias até chegar a Porto Velho, Rondônia. Mas os 2,8 mil quilômetros que separam a estudante de sua família não a impossibilitaram de realizar um sonho: estudar Ciências de Computação na melhor universidade do país, a USP. 

Quando decidiu concorrer a uma das 100 vagas do curso disponibilizado pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, no campus de São Carlos, ela analisou detalhadamente a grade curricular, obteve informações sobre a estrutura do local e também sobre a qualidade de vida na cidade: “Tudo me chamou para cá e espero sair daqui com muito mais conhecimento e experiência. Não falo apenas da experiência em relação ao conteúdo que aprenderei, mas também da experiência de vida que vou ganhar, porque é a primeira vez que estou morando longe dos meus pais”.

Durante a Semana de Recepção aos Calouros do ICMC, que aconteceu de 6 a 10 de março, a estudante se surpreendeu com os grupos de extensão que existem no Instituto. “Achei interessante a integração de diversas áreas nesses grupos, há estudantes de computação e também de engenharia elétrica, mecânica, etc”, destaca Ana Carolina. “Saber que um dos maiores grupo de robótica do Brasil, o Warthog Robotics, está aqui, tão perto da gente e à disposição, é muito bom”, acrescenta.

A escolha por computação não aconteceu por acaso para Ana. O pai da estudante sempre trabalhou com tecnologia da informação, apesar de não ser formado na área. Em 2014, perguntou à filha: “Por que você não começa a aprender um pouco de programação?” A frase despertou a garota para um novo universo, que a encantou. “Não me aprofundei muito, mas o pouco que vi achei muito legal. Ele me orientou, forneceu materiais e tirou minhas dúvidas. Vi que era algo em que valia a pena mergulhar, até porque gosto de matemática e da área de exatas”.


Da engenharia à matemática – No caso de Thales Sarinho, 20 anos, seriam necessários 27 dias de caminhada, andando na mesma velocidade que Ana Carolina, para chegar à sua terra natal, em Recife, Pernambuco, onde seus pais moram. Os 2,7 mil quilômetros que separam o estudante de sua família também não o intimidaram na busca pelo sonho de estudar na melhor universidade brasileira na área de matemática. No entanto, Thales descartou estudar em São Paulo por causa da poluição: “Tenho asma, já fui a São Paulo várias vezes e sempre é um sufoco. Não tenho condições de morar lá.”

Ele sempre teve paixão por ensinar. No ensino médio, pegava o quadro branco que tinha ganhado da mãe e, com o pincel atômico em mãos, explicava conteúdos de química, física e matemática para os colegas. Quando ingressou no curso de Engenharia Mecânica em uma faculdade particular de Recife, há dois anos, não foi diferente. “Tinha gente que não entendia cálculo e geometria e eu estava amando aquelas disciplinas. Então, pegávamos uma sala que não tinha aula à tarde e a galera da minha turma ficava ouvindo as minhas explicações. Sempre havia um grupo de 10 a 15 alunos. Eu adorei essa experiência”, conta Thales. 

O cálculo e a geometria também foram responsáveis por fazer Thales enxergar sua paixão pela matemática. “Quando você vai fazer engenharia, não é apresentado a uma matemática rigorosa. Você conhece uma matemática mais superficial, para que aplique na sua área. Nesse caso, basta saber que existe uma fórmula matemática para usar naqueles casos”, diz o estudante. “No entanto, eu queria saber por que aquela fórmula existia, como ela tinha sido construída”, acrescenta. Ele até tentou ler livros de uma matemática mais avançada para ver se isso o satisfazia, mas não adiantou. Depois de um ano e meio de engenharia, Thales decidiu desistir.

“Meus pais ficaram muito preocupados. Eu estava saindo da engenharia, que é um curso muito bem aceito, que tem muitas vagas de emprego, para ser professor de matemática!” Porém, eles não tardaram a compreender a decisão do filho. Afinal de contas, os dois haviam passado por experiências similares. O pai de Thales chegou a cursar física, mas quando notou que não haveria emprego em Recife na área a não ser para dar aulas, transferiu para direito. Já a mãe do garoto cursava letras e também não gostava de dar aulas, por isso, tal como o pai, seguiu o caminho do direito. “Eles disseram que era normal que eu mudasse de ideia. Só imaginaram que eu ia ganhar pouco e não seria valorizado, tal como minha avó materna, que era professora de português”. 

O plano de Thales é ser professor universitário e, para alcançar seus objetivos, o estudante já sabe que precisará fazer mestrado, doutorado e pós-doutorado. “Vi que a professora Maria do Carmo, do ICMC, fez pós-doutorado na Polônia. Seria o máximo fazer algo assim lá na Europa, na Nova Zelândia, no Canadá...

Alejandro e Angelo durante a recepção aos calouros da pós-graduação

Mirando novos horizontes – Quem também chegou ao ICMC com o sonho de fazer um pós-doutorado fora do país ou talvez até passar uma temporada do doutorado no exterior, foi o matemático Angelo Guimaraes. Formado pela Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, onde também fez mestrado, Angelo ingressou no doutorado do Programa de Pós-Graduação em Matemática do ICMC no início deste ano. Durante a cerimônia de recepção aos ingressantes da pós-graduação, realizada no dia 22 de março, ele revelou que conheceu o Instituto há dois anos, quando participou de um programa de verão em matemática na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar): “Gostei muito da estrutura do ICMC e da cidade também. Além disso, meu orientador no mestrado já tinha uns contatos aqui”. 

As primeiras impressões sobre São Carlos também foram positivas para Alejandro Penadillo: “Eu venho de Bogotá e há muitos carros, muito movimento na cidade. Aqui, o clima é diferente, as pessoas são amáveis e é mais tranquilo.” O colombiano concluiu sua graduação em matemática e seu mestrado na Universidade Nacional da Colômbia, em Bogotá. Escolheu o ICMC para fazer o doutorado em Matemática quando descobriu que havia uma linha de pesquisa em Teoria de Singularidades no Instituto. 

Já o estudante Conrado Graci, que ingressou em Ciências de Computação, nunca imaginou que, um dia, estudaria na USP. Aos 17 anos, ele só descobriu que isso era possível no momento em que estava escolhendo a universidade via Sistema de Seleção Unificada (SiSU). A irmã, que também é aluna da USP, em São Paulo, pediu para o irmão checar se havia vagas no curso que ele desejava e lá estava a opção pelo ICMC: “Eu tenho paixão por estudar e sempre pensei que, qualquer curso que eu fizesse, eu encararia como um desafio e iria até o fim”. Fascinado por jogos eletrônicos, Conrado quer construir uma forte base em programação durante o curso no ICMC e adquirir conhecimentos extras em design para, no futuro, atuar na área de desenvolvimento de games.

O SiSU também foi a porta de entrada para Gabriel Malta, 19 anos, que optou por cursar Matemática Aplicada e Computação Científica no ICMC. Ele veio de Anápolis, Goiás, depois de desistir do curso de Física na Universidade de Brasília (UNB): “Tenho facilidade para aprender matemática e gosto de resolver problemas usando as ferramentas da matemática.” Quando estava no cursinho, estudando para ingressar no curso de Física Médica, Gabriel descobriu que podia ingressar na USP via SiSU e decidiu tentar. “O SiSU possibilita que estudantes como eu, que não teriam a oportunidade de se deslocar até o Estado de São Paulo para prestar o vestibular, ingressem na USP”. 

No momento da matrícula, a mãe de Gabriel, Antonia Telma, estava emocionada: “Ele está aqui realizando um sonho. É tudo com ele agora. A gente vai estar lá em Anápolis torcendo e dando todo o apoio que precisar”. Tal como os pais de todos os ingressantes do ICMC, Antonia Telma sabe que seu filho fez uma boa escolha e que tem tudo para ir ainda mais longe.

Gabriel com a mãe no momento da matrícula no ICMC

Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

Mais informações
Conheça mais sobre os cursos de graduação do ICMC: http://icmc.usp.br/graduacao
Conheça mais sobre os programas de graduação do ICMC: http://icmc.usp.br/pos-graduacao
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

Participe do Coral da USP São Carlos: inscreva-se até 29 de março

Iniciativa gratuita para quem deseja soltar a voz, Coral realiza ensaios sempre às quintas-feiras, das 12h30 às 13h45

Iniciativa é aberta à participação de todos os interessados, não é necessário ter qualquer vínculo com a USP

Se você adora cantar e quer um ótimo passatempo para relaxar, pode participar gratuitamente do Coral da USP São Carlos. Promovida pela Comissão de Ação e Integração Social do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, a iniciativa começou em outubro de 2015 e conta com participantes da comunidade são-carlense, além de funcionários, professores e alunos do campus.

Para participar do processo seletivo do coral, é preciso ter acima de 15 anos. As inscrições podem ser realizadas até 29 de março por meio do formulário eletrônico disponível neste endereço: icmc.usp.br/e/7f6eb. A seleção será efetuada por meio de uma análise e classificação vocal, a ser agendada posteriormente com os inscritos. Apenas os que não atingirem o mínimo de percepção auditiva serão reprovados. Os selecionados deverão participar dos ensaios às quintas-feiras, das 12h30 às 13h45, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano (sala 6-000), no ICMC.

Quem já faz parte do Coral garante que os benefícios não se restringem à oportunidade de soltar a voz, pois a atividade também contribui para a diminuição do estresse, a melhoria do relacionamento interpessoal, do trabalho em equipe, da comunicação e da disciplina. A coordenação e regência do coral estão por conta do maestro Sergio Alberto de Oliveira, fundador do coral da USP Ribeirão Preto. 

Oliveira possui Bacharelado em Composição e Regência pela Universidade Estadual de Campinas, além de mestrado em artes e doutorado em música pela mesma instituição. Tem experiência na área de artes, com ênfase em música, atuando principalmente nos seguintes temas: canto coral, música coral, teatro musical, música popular, canção polifônica e coro cênico. Levou seus grupos corais a turnês e apresentações pelos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e por países como Grécia, Itália e Argentina. Também participou de congressos, palestras e apresentações na Áustria, Finlândia, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Índia. Atualmente, é diretor artístico e regente titular da USP.

A iniciativa conta com o apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC e do Grupo Coordenador das Atividades de Cultura e Extensão Universitária do campus da USP em São Carlos.

Coral da USP São Carlos
Inscrições: preencha o formulário (icmc.usp.br/e/7f6eb) até 29 de março.
Ensaios: sempre às quintas-feiras, das 12h30 às 13h45 no ICMC (avenida Trabalhador são-carlense, 400, no campus I da USP, no centro de São Carlos).
Mais informações: (16) 3373.9146 ou cais@icmc.usp.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Coral da USP São Carlos realiza primeira apresentação na próxima quinta

Público poderá conferir canções de Tom Jobim, Giuseppe Verdi, John Newton e Irving Berlin em evento gratuito que começa às 14 horas no ICMC


Eles estão ansiosos para soltar a voz na próxima quinta-feira, 10 de dezembro, e mostrar ao público os resultados que alcançaram ao longo de apenas dois meses de ensaios semanais. É quando acontecerá a primeira apresentação do Coral da USP São Carlos, formado por cerca de 100 estudantes, funcionários e participantes da comunidade são-carlense. 

Gratuito, o evento acontecerá no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, onde os ensaios são realizados. No espetáculo, o público poderá conferir músicas de Tom Jobim (Dindi), Giuseppe Verdi (Va Pensiero), John Newton (Amazing Grace) e Irving Berlin (White Christmas). Além disso, a apresentação será acompanhada por relatos do maestro Sergio Alberto de Oliveira. 

O maestro é o coordenador e regente do Coral da USP São Carlos, além de ser o fundador do coral da USP Ribeirão Preto. Oliveira possui experiência na área de artes, com ênfase em música, atuando principalmente em temas como canto coral, música coral, teatro musical, música popular, canção polifônica e coro cênico. O maestro já levou seus grupos a apresentações e turnês pelo Brasil e por países como Itália, Argentina e Grécia.

A iniciativa de criar o Coral foi lançada pela Comissão de Ação e Integração Social (CAIS) do ICMC em setembro. Trata-se de uma ação inédita no campus da USP em São Carlos que busca proporcionar integração e divertimento a seus participantes. “É uma oportunidade para a comunidade interna e externa se aproximar, além de favorecer uma integração maior do nosso campus, oferecendo um contato social mais efetivo”, explica Solange Rezende, presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx) do ICMC. A iniciativa conta com o apoio da CCEx e do Grupo Coordenador de Cultura e Extensão Universitária do campus da USP em São Carlos.

O maestro Sergio Alberto de Oliveira durante ensaio no ICMC
Fotos: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Apresentação do Coral da USP São Carlos
Onde: auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano do ICMC (campus 1 da USP, em São Carlos - Avenida Trabalhador São-carlense, 400)
Quando: quinta-feira, 10 de dezembro, às 14 horas
Evento gratuito e não é necessário retirar ingresso antecipadamente
Mais informações: (16) 3373.9146 ou ccex@icmc.usp.br

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Venha soltar a voz no coral do ICMC: inscrições abertas

Oportunidade, que é aberta ao público, promete integrar e descontrair os participantes



Novo coral será regido pelo maestro Oliveira, fundador do coral da USP em Ribeirão Preto

Você que adora cantar e quer um ótimo passatempo para relaxar terá a oportunidade de juntar tudo isso participando do coral do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. As inscrições são gratuitas e vão até 19 de setembro.

Promovida pela Comissão de Ação e Integração Social (CAIS), a iniciativa é aberta à comunidade e tem como proposta trazer, além da possibilidade de cantar, diversos benefícios aos participantes, desde a diminuição do estresse até a melhoria no relacionamento social e trabalho em equipe.

A coordenação e regência do coral ficarão por conta do maestro Sergio Alberto de Oliveira, fundador do coral da USP em Ribeirão Preto. Ele possui experiência na área de artes, com ênfase em música, atuando principalmente em temas como canto coral, música coral, teatro musical, música popular, canção polifônica e coro cênico. O maestro já levou seus grupos a apresentações e turnês pelo Brasil e por países como Itália, Argentina e Grécia.

O processo de seleção será realizado por meio de uma análise e classificação vocal, mas apenas os que não atingirem o mínimo de percepção auditiva não serão aprovados. Há 120 vagas disponíveis e podem participar pessoas a partir dos 13 anos de idade. As inscrições devem ser feitas até 19 de setembro ou enquanto durarem as vagas no seguinte endereço: icmc.usp.br/e/66d05..

Os que forem selecionados deverão participar dos ensaios às quintas-feiras, das 12h30 às 13h45, no campus da USP em São Carlos, em local a ser divulgado posteriormente. A iniciativa conta com o apoio da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC.

Texto: Henrique Fontes - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Mais informações
Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC: (16) 3373.9146
E-mail: ccex@icmc.usp.br