Mostrando postagens com marcador Copa do Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa do Mundo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de julho de 2019

Copa do mundo de desenvolvimento de jogos: participe da iniciativa na USP em São Carlos

Para participar, não é preciso ter experiência na criação de jogos, basta se inscrever até dia 2 de agosto; evento acontece simultaneamente em mais de 30 cidades em oito países



No próximo dia 2 de agosto, sexta-feira, começa a primeira etapa de uma copa do mundo que vai movimentar jogadores em mais de 30 cidades espalhadas por Brasil, Bolívia, Chile, África do Sul, Namíbia, Portugal, Irlanda e Filipinas. Em vez de dominar a bola, os jogadores dessa competição vão recorrer a outras habilidades para desenvolver o protótipo de um jogo em, no máximo, 48 horas ininterruptas.

Qualquer pessoa que queira criar um jogo é bem-vinda na Game Jam Plus. Não é preciso ter experiência prévia na área, basta se inscrever, até o início do evento, em um dos locais que realizarão a competição (localize as cidades neste link: icmc.usp.br/e/4ce69). 

Em São Carlos, a atividade vai acontecer no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP. Coordenada pelo grupo de desenvolvimento de jogos Fellowship of the Game (FoG), a iniciativa começará às 18 horas na sexta-feira, 2 de agosto, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no bloco 6 do ICMC. 

A taxa de inscrição é de R$ 50, mas quem participar do evento em São Carlos poderá pagar R$ 33, se usar o cupom de desconto oferecido pelo FoG. Para isso, basta inserir o código 20GELEIASPLUS na plataforma de inscrição (disponível em icmc.usp.br/e/edbe9). Os organizadores ressaltam que todos os recursos obtidos serão revertidos para arcar com os custos de deslocamento e hospedagem das equipes que irão à final da competição, no Rio de Janeiro, em novembro. 


Jogo em três fases – No noite de domingo, dia 4, no final da primeira fase da Game Jam Plus, os times apresentarão seus projetos de forma curta e direta para uma banca de jurados, da mesma forma que fariam para mostrá-los a possíveis investidores. Caberá aos jurados de cada cidade avaliar e decidir qual time está apto para seguir na disputa. 

Mas a primeira fase não termina aí, porque as equipes não selecionadas pelos jurados ainda terão uma última chance. Os projetos desses times serão disponibilizados em uma plataforma online, em que o público poderá avaliar e eleger mais um jogo para representar o município na próxima etapa.

A segunda fase propiciará que todos os times finalistas aperfeiçoem e profissionalizem seus projetos por meio do contato com profissionais renomados da indústria de games, de diversas áreas do conhecimento. Eles ministrarão workshops à distância e oferecerão atendimentos personalizados. 

Finalmente, em novembro, acontecerá a última fase: as equipes finalistas participarão de um evento no Rio de Janeiro e concorrerão a diversas premiações, tais como: melhor jogo; melhor jogo social; melhor arte; melhor som; melhor narrativa; melhor inovação; melhor gameplay; e melhor design. Esta é a terceira edição da Game Jam Plus, que promete dar voz e autonomia a todos os jovens criadores de games.

Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação do ICMC/USP 
Créditos das imagens: Divulgação Game Jam Plus 

Mais informações
Site da Game Jam Plushttps://gamejamplus.com
Link para se inscrever em uma das cidades participantes: icmc.usp.br/e/4ce69
Facebook do evento em São Carlos: https://www.facebook.com/events/844460582588021/
Link para inscrições em São Carlos: icmc.usp.br/e/edbe9
Contato: fog@icmc.usp.br

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Seleção campeã da Copa é prevista por grupo de estatística da UFSCar e do ICMC

Modelo adotado considera informações subjetivas obtidas por meio de um consenso de opiniões disponíveis em sites de apostas assim como placares observados durante a competição


O time das previsões entra em capo: Danilo, Francisco,
Luís e Adriano (da esquerda para a direita).
Qual a chance do Brasil ser campeão? Que seleção o Brasil enfrentará na segunda fase? Qual o adversário com mais chances? Às vésperas da Copa do Mundo que começa amanhã, dia 12 de junho, um site criado por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP usa técnicas da Estatística para disponibilizar probabilidades de resultados para todos os jogos da primeira fase, além das probabilidades de cada equipe avançar para as fases seguintes e de classificação para cada grupo. 

Intitulado Previsão Esportiva e disponível em www.previsaoesportiva.com.br/copa/, o site foi criado pelo Grupo de Modelagem Estatística no Esporte (GMEE), vinculado ao Centro de Estudos do Risco (CER) da UFSCar e ao ICMC. De um ponto de vista probabilístico, no qual as incertezas associadas são mensuradas de forma coerente, o modelo adotado considera informações subjetivas obtidas por meio de um consenso de opiniões disponíveis em sites de apostas assim como placares observados durante a competição. 

Segundo Luís Ernesto Bueno Salasar, professor do Departamento de Estatística (DEs) e um dos coordenadores do grupo, é utilizado um modelo estatístico que agrupa a informação contidas em 18 sites de apostas a respeito dos jogos da primeira fase. "Com estas informações é possível estimar as qualidades de ataque e defesa dos times envolvidos na competição e estimar as chances de cada uma das equipes avançar na disputa", conta o pesquisador que atua no projeto juntamente com os professores do ICMC Adriano Suzuki e Francisco Louzada, além do professor Danilo Lopes, também do DEs da UFSCar. 

O coordenador comenta que existem alguns outros sites de previsão disponíveis, mas no Brasil são poucos. "Basicamente, o que diferencia um site do outro é o modelo estatístico adotado e a maneira como as previsões são disponibilizadas. No nosso caso, temos uma seção inovadora na nossa homepage que permite a interação do internauta com nossa modelagem. No link 'Sua Previsão', o internauta pode incluir suas opiniões e visualizar as chances das equipes para a segunda fase da competição". 

O CER foi criado na UFSCar em 2004 como um laboratório de pesquisa do Departamento de Estatística (DEs). Atualmente a unidade possui uma parceria com ICMC-USP. Seu objetivo principal é agregar pesquisadores envolvidos no estudo, proposição de procedimentos estatísticos e análise de dados de risco. Informações sobre o Centro podem ser acessadas emhttp://grupocer.org. Já o GMEE é composto por dois professores da USP, três da UFSCar e um do SENAI, além de oito alunos de graduação e dois de pós-graduação.

"Especificamente, o site www.previsaoesportiva.com.br foi criado em 2011, embora o grupo exista desde 2006 quando realizamos nossa primeira previsão sobre a Copa da Alemanha daquele ano. De lá para cá, já fizemos as previsões para a Copa de 2010 e agora a de 2014. A ideia da formação do grupo surgiu quando eu e um colega, Adriano Suzuki, fazíamos mestrado na UFSCar e o professor Francisco Louzada nos fez a proposta de prever os resultados daquele campeonato", lembra Salasar.

Francisco Louzada explica que, conforme os jogos vão
acontecendo, as previsões são atualizadas no site
Na Copa passada o grupo acertou a previsão: Espanha estaria na final com a Holanda e seria campeã. Para esta copa, o grupo prevê Brasil e Argentina na final e nosso País como campeão. "Esperamos que esta iniciativa sirva para ilustrar o potencial que a Estatística tem para lidar com problemas nas mais diversas áreas do conhecimento, e que seja um incentivo para que estudantes se interessem pelo curso de Estatística", finaliza o pesquisador.

Clique aqui e assista reportagem da EPTV sobre o assunto: icmc.usp.br/e/826ab

Coordenadoria de Comunicação Social da Universidade Federal de São Carlos 

Fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação do ICMC/USP

Mais informações 
Assessoria de Comunicação do ICMC 
E-mail: comunica@icmc.usp.br 
Telefone: (16) 3373.9666

De São Carlos para a Rússia: eles vão representar o Brasil na Copa do Mundo da Programação

Depois de vencer 585 equipes e conquistar a primeira colocação na Maratona Brasileira de Programação, equipe do ICMC vai encarar a final mundial do torneio

O professor Gustavo e o técnico Filipe (em pé, da esquerda para a direita)
apoiam os competidores Bruno, Bianca e Luis Fernando
Enquanto os olhos do mundo se voltam para o Brasil às vésperas da abertura da Copa do Mundo 2014, uma equipe do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, está prestes a defender o país numa outra competição de caráter internacional: a Maratona Mundial de Programação (International Collegiate Programming Contest – ICPC), que acontece de 23 a 25 de junho na Rússia.

De malas prontas, a equipe embarca dia 19 de junho para as terras geladas que separam o continente europeu e asiático, rumo à Universidade Federal de Ural, localizada em Ekaterinburg, a quarta maior cidade russa. Formada pelos cientistas de computação Bianca Oe, Bruno Adami e Luis Fernando de Abreu, a equipe recebeu o nome de Ñtemtempabobagi e tem como técnico o mestrando Filipe Nascimento.

Mais de 30 mil estudantes de 2,3 mil universidades localizadas em 91 países competiram nas maratonas regionais para garantirem o direito de ir à Rússia participar do mundial. Apenas 122 equipes chegaram até lá, todas elas compostas por três competidores e um técnico. Além da equipe do ICMC, mais cinco equipes brasileiras foram classificadas para ir à Rússia após a 18ª edição da Maratona de Programação – realizada no dia 9 de novembro do ano passado, em Uberlândia (MG). Organizada pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), a competição brasileira envolveu 586 equipes de 182 instituições de ensino superior de todo o Brasil. A equipe do ICMC foi a grande vencedora da competição.

Equipe conquistou primeiro lugar no Brasil e trouxe troféu para o ICMC

“Na Rússia, na verdade, não temos uma competição homogênea. Há uma grande diferença entre o nível dos competidores de acordo com as regiões do mundo. Como técnico, minha expectativa é ficar em primeiro lugar entre as equipes latino americanas. Mas essa é uma tarefa extremamente difícil. Se ficarmos entre os melhores da América Latina, já estará muito bom. Terminar entre as 50 melhores equipes do mundo é um sonho”, revelou Nascimento.

Apesar da abertura do mundial acontecer no dia 23, a final só será disputada dia 25, quando os programadores têm exatas 5 horas para tentar resolver entre 10 e 12 difíceis problemas computacionais. “Há um salto muito grande quando comparamos o nível de dificuldade da competição nacional e do mundial. É como se estivéssemos nos preparando para uma outra prova”, afirmou o professor do ICMC Gustavo Batista. Para se ter uma ideia do nível da disputa, no ano passado, a equipe russa vencedora do mundial (Saint Petersburg State University of Information Technologies, Mechanics and Optics) conseguiu resolver 10 dos 11 problemas propostos. 

O professor explica que, tradicionalmente, os problemas apresentados na competição trazem sempre um contexto prático para, depois, desafiar as equipes a criarem algoritmos – sequências de comandos passados para um computador – capazes de resolver aqueles problemas. Um exemplo prático desse tipo de problema em computação: traçar uma rota mostrando o caminho mínimo que uma pessoa deve percorrer para chegar de um ponto a outro de uma cidade, usando um GPS (Global Positioning System). “No caso desse exemplo, para verificar se a solução proposta por uma equipe está correta, criam-se várias possibilidades de caminhos, vários mapas, que são as respostas esperadas. Essas prováveis soluções são inseridas em um programa de computador, capaz de verificar automaticamente se os mapas criados pelas equipes correspondem à resposta correta”, exemplificou.

Assim, durante a competição na Rússia, quando as equipes inserem suas respostas no computador – e há apenas um computador para cada equipe – automaticamente o sistema verifica se a solução proposta está correta. Quanto maior o número de problemas resolvidos, maior a chance da equipe se consagrar vencedora. Por isso, o tempo é outro fator relevante nesse jogo. 

Amistosos marcam treinamentos – Os seis times brasileiros que irão à Rússia participaram de um curso de preparação no Instituto de Computação da Unicamp, promovido pela SBC, em que puderam ouvir a opinião de ex-competidores, inclusive estrangeiros. O treinamento foi realizado em duas etapas: janeiro e maio.

Além dessa preparação, as equipes brasileiras criaram seus próprios amistosos. “Usamos provas que já haviam sido aplicadas em competições regionais no mundo e combinamos com todas as equipes brasileiras que resolveríamos aqueles problemas juntos, cada time no seu lugar, ligados pela internet. Assim, tínhamos um placar funcionando e podíamos acompanhar a evolução de cada time”, contou Bruno Adami. Se um dos times resolvia um desafio que os demais não conseguiam, compartilhava a solução com os demais. Nesse jogo, competição e cooperação andavam juntas.

Esforço da equipe foi reconhecido em homenagem no ICMC
Google e Facebook no currículo – Mas, afinal, qual vantagem um estudante tem ao participar desse tipo de maratona de programação? “Antes de entrar para a maratona, eu tinha sido reprovado em 4 matérias. Depois, não reprovei em nenhuma. Estudar ficou mais fácil e comecei a gostar disso”, confessou Bruno. Ele e seus colegas de equipe participam das maratonas desde quando começaram a cursar Ciências de Computação no ICMC. 

Segundo o professor Gustavo Batista, a maioria das grandes empresas da área de tecnologia, como Google e Facebook, por exemplo, aplicam em seus processos de seleção questões muito similares às que aparecem nas maratonas de programação. Dessa forma, participar das maratonas passa a ser também uma vantagem competitiva no mercado de trabalho. 

Não é à toa que todos os membros da equipe do ICMC que irão à Rússia carregam a marca do Google ou do Facebook em seus currículos. Todos eles se formaram em 2013. Luis Fernando estagiou durante três meses no Facebook em Palo Alto, nos Estados Unidos e, atualmente, faz mestrado no ICMC. Bianca também é mestranda no Instituto e, assim como Bruno, estagiou no Google nos Estados Unidos. Mas Bianca passou sua temporada de três meses na empresa em Mountain View, enquanto Bruno ficou em Nova York. Após esse período de estágio, Bruno foi contratado pela empresa e, em breve, vai se mudar para os Estados Unidos.

Uma história de esforço e investimento – A chegada do ICMC ao primeiro lugar no pódio brasileiro da Maratona de Programação e a ida da equipe à Rússia é resultado de um trabalho que vem acontecendo desde 1996. No gráfico a seguir, é possível acompanhar a evolução da participação do Instituto na competição desde 2007. “É notável o crescimento do ICMC nos últimos anos, quando o Instituto saltou de posições intermediárias (15º a 27º) para as primeiras posições do ranking”, constatou Gustavo Batista.

Gráfico mostra evolução da participação do ICMC na competição
De acordo com o professor, entre os motivos que levaram a essa evolução está a criação do Grupo de Estudos da Maratona de Programação (GEMA) em 2007, o qual realiza, durante todo o ano, treinamentos em laboratório e reuniões semanais. “Acredito que, assim como levou tempo para dominarmos a competição nacional, também levará tempo para que possamos nos sair bem no mundial. Vamos precisar participar duas, três, quatro vezes até que possamos compreender melhor como funciona essa prova e quais são suas tendências”, opinou.

Nesse contexto, fica a valiosa dica do técnico Filipe Nascimento: “Treine muito e não se sinta frustrado facilmente. Se fosse fácil, não haveria competições”. 

Texto e fotos: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Mais informações
Assessoria de Comunicação do ICMC
E-mail: comunica@icmc.usp.br
Telefone: (16) 3373.9666

terça-feira, 10 de junho de 2014

Computação e Copa num só ritmo: exposição entra em campo no ICMC

A história da Computação e das Copas do Mundo de Futebol andam em paralelo na exposição que acontece no ICMC a partir desta terça, 10 de junho, no Museu de Computação Odelar Leite Linhares

Começa o jogo no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. No gramado do Museu de Computação Odelar Leite Linhares, a bola da vez é a história da Computação e das Copas do Mundo de Futebol. Andando em paralelo, as duas se encontram nessa exposição que entra em campo de 10 de junho a 31 de outubro.

O objetivo da exposição é destacar o que de mais relevante aconteceu em todas as edições do torneio mundial de futebol da FIFA, relembrando também o contexto geopolítico do mundo em cada época. Paralelamente a essa linha do tempo, o público pode conferir as principais descobertas e invenções que movimentavam a computação, observando como a tecnologia evoluiu ao longo desse caminho. “Para que as pessoas possam ver como eram essas máquinas que aparecem nos painéis da exposição, selecionamos algumas peças do acervo do Museu para mostrar ao público”, explicou a curadora da exposição, Regina Santana.

Entre as peças expostas estão diversas máquinas de calcular, além de vários computadores como, por exemplo, o CP 500. Lançado em 1982, o CP 500 foi um dos primeiros microcomputadores brasileiros e um dos maiores sucessos de vendas em seu nicho de mercado. Também é possível conferir a evolução de videogames e jogos que têm como tema o futebol.

No final da exposição, um painel explica algumas novas tecnologias que serão empregadas na Copa em 2014 tais como a tecnologia 4K, que permite uma resolução quatro vezes maior que o Full HD, capturando detalhes com maior nitidez como a expressão em rostos. Outro exemplo é a instalação de sete câmeras em cada gol, com a capacidade para produzir cerca de 500 imagens por segundo em 3D e em alta definição. Essas imagens são enviadas para um computador que realiza o processamento necessário para verificar se a bola entrou ou não.


Pontapé inicial – O pontapé inicial da exposição aconteceu na manhã desta terça-feira, 10 de junho. “É muito importante podermos trazer a sociedade para o ICMC, convidando-a a conhecer um pouco da história da computação, marcada pelas rápidas e constantes mudanças”, afirmou Solange Rezende, presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC, durante a cerimônia de abertura da exposição.

O evento também marcou a reinauguração do Museu de Computação Odelar Leite Linhares, que passou por uma reforma e foi ampliado com apoio e recursos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. “O Museu pode ser usado como ferramenta de apoio para o ensino e a pesquisa no ICMC. Por meio dele, é possível mostrar a evolução da computação devido a demandas de vários domínios de aplicação, além de apresentar a evolução desses domínios do saber com o emprego da computação”, disse o diretor do ICMC, José Carlos Maldonado.

“Nosso objetivo é trazer alunos do ensino médio e fundamental para conhecer essa história, pois queremos atrair novos talentos para as áreas da matemática e da computação, a fim de que possam continuar a construir essa história com a gente”, completou Maldonado. 

“Esse local foi idealizado e iniciado pelo professor Odelar Leite Linhares como um museu de cálculo numérico. Tal como esse Museu, muitas outras sementes que o professor lançou frutificaram. Já faz 10 anos que ele nos deixou, mas continua vivo nas nossas lembranças”, recordou a professora Regina Santana. Presentes na cerimônia, estavam a esposa do professor Odelar, Nilza Leite Linhares, e a filha, Adriana Leite Linhares.

A exposição Computação e Copa num só ritmo é gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h30. Para visitas em grupo, o time deve agendar antecipadamente a visita pelo telefone (16) 3373.9146.

Da esquerda para a direita: Maldonado, Nilza, Adriana, Regina e Solange
Confira mais fotos do Museu na página do ICMC no Facebook.

Texto: Denise Casatti - Assessoria de Comunicação ICMC/USP
Fotos: Reinaldo Mizutani - Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Exposição Computação e Copa num só ritmo
Onde: Museu de Computação Odelar Leite Linhares, no ICMC (Av. Trabalhador São Carlense, 400).
Site: mc.icmc.usp.br
Quando: de 10/06 a 31/10.
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h30.
E-mail: museu@icmc.usp.br
Telefone: (16) 3373.9146